‘A judicialização usado por Barroso para impedir o Legislativo de legislar, é falho”, diz Plínio 

‘A judicialização usado por Barroso para impedir o Legislativo de legislar, é falho”, diz Plínio 

‘A judicialização usado por Barroso para impedir o Legislativo de legislar, é falho”, diz Plínio

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, alertou em entrevista à GloboNews que o voto impresso, em discussão no Congresso Nacional, vai criar no país um “desejo imenso de judicialização” do resultado das eleições.

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A fala do presidente do TSE acontece um dia após o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), ter criado uma comissão especial para discutir a proposta de emenda à Constituição (PEC) que obriga o voto impresso.

Nas redes sociais, o senador Plínio Valério (PSDB) comentou ontem (6) a fala no presidente do TSE e disse: “A lei do voto impresso, aprovada pelo Congresso Nacional foi barrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e TSE. A PEC vai sanar o questionamento constitucional. Argumento da judicialização usado por Barroso para impedir o Legislativo de legislar, é falho. Não podemos aceitar a judicialização seletiva. Hoje tudo é decidido no STF”, escreveu Plínio.

Plínio ainda disse que com a impressão do recibo do voto, as votações eletrônicas poderão ser auditadas de forma independente.

“Ou o ministro Barroso não leu a PEC ou tenta confundir quando fala em cédula. Não altera o sistema de votação na urna eletrônica. Haverá impressão do voto feito na urna digital, permitindo a conferência pelo eleitor. O papel físico será depositado em urna, o cidadão não poderá levá-lo”, finalizou.

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