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Adail perde força em Coari e tem reeleição ameaçada

Adail perde força em Coari e tem reeleição ameaçada

A nove meses da eleição, a DMP/Tiradentes realizou uma pesquisa sobre a sucessão municipal em Coari-AM e apontou que Adail Filho (PP) está perdendo o poder sobre seu eleitorado coariense e revelou o surgimento de novas lideranças na Terra do Petróleo e do Gás

Segundo a pesquisa estimulada, o pré-candidato Adail Filho, tem 25,5%, ex-prefeitos Arnaldo Mitouso, tem 19,5% e o empresário Robson Tiradentes, aparece com 18,5% da preferência do eleitor coariense.

A pesquisa realizada entre os dias 4 e 7 de dezembro, ouviu 535 pessoas. Nela, revelou também, que Adail Filho tem o maior índice de rejeição com (38%). Vale ressaltar que a cidade conhecida como a terra do petróleo e gás, vem se transformando na cidade escândalo, após inúmeras irregularidades noticiadas a nível nacional.

A força do clã pinheiro, começou a diminuir, após a prisão do prefeito Adail, do empresário Alexsuel Rodrigues e do presidente da Câmara Municipal de Coari, Keiton Batista. Sua irmã, a deputada estadual Mayara Pinheiro, também foi alvo de mandato de busca e apreensão e por pouco também não foi presa. Todos estão sendo acusados pelo Ministério Público por desvios de R$ 100 milhões dos cofres públicos de Coari.

Família Pinheiro

Adail Filho e Mayara Pinheiro são filhos de Adail Pinheiro – acusado de chefiar uma rede de pedofilia em Coari.

Adail Pinheiro foi preso pela primeira vez em 2008 durante a Operação Vorax, da Polícia Federal, por suspeita de desviar mais de R$ 40 milhões. À época, os policiais também colheram indícios de que Adail chefiava uma rede de exploração sexual que contava com servidores públicos para identificar e aliciar as vítimas.

Em 2014, o ex-prefeito ele foi denunciado por pedofilia e condenado por comandar um esquema milionário de fraudes em licitações e desvios de recursos públicos na Prefeitura de Coari.

Em 2017, o ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, recebeu indulto e teve extinção da pena de prisão de mais de 11 anos. O Tribunal de Justiça do Amazonas, com base no parecer favorável do Ministério Público do Amazonas, concluiu que o ex-político se enquadrava nos requisitos do perdão presidencial, cujas regras foram estabelecidas pelo presidente Michel Temer. Adail cumpria pena por exploração sexual de crianças e adolescentes, entre outros crimes, em prisão domiciliar com uso de tornozeleira.

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