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Amazonas Energia afirma que foram mínimas as falhas nos medidores

Amazonas Energia afirma que foram mínimas as falhas nos medidores

A empresa Amazonas Energia informou em nota, nesta segunda-feira (14), que o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-AM) encontrou falhas em cerca de 150 medidores, o que representa 0,6% dos 25 mil aparelhos fiscalizados pelo órgão desde 2019.

Na sexta-feira (11), o engenheiro Márcio Brito, presidente do Ipem, afirmou que foram encontradas irregularidades em medidores que cobravam acima do consumo na fatura.

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Entretanto, por meio de nota, a concessionária informou que não procede a informação de que esses aparelhos contabilizavam o dobro do consumo na fatura.

“Conforme declaração na CPI, do Presidente Márcio Brito, o Ipem já realizou ao longo dos últimos anos aferições em mais de 25 mil medidores convencionais, encontrando falhas em menos de 150 medidores o que representa menos 0,6% dos medidores verificados pelo IPEM ao longo destes quase três anos, que foram devidamente tratadas junto ao consumidor, conforme prevê a regulamentação”, declarou a concessionária, por meio de nota.

Medidores cobravam acima do consumo, diz Ipem

Durante a 23ª reunião itinerante da CPI da Amazonas Energia, na sexta-feira (11), o presidente do Ipem afirmou que foram encontradas irregularidades em diversos medidores de energia da concessionária, incluindo a cobrança acima do consumo na fatura de seis residências.

“No total já foram fiscalizados mais de 25 mil medidores desde 2019. Só em janeiro deste ano, fiscalizamos 1.100. Encontramos vários aparelhos reprovados por situações diversas, destes, seis aparelhos residenciais distribuídos em bairros distintos da cidade foram identificados com erro na medição, contra o consumidor”, explicou Márcio Brito.

Em relação a essas irregularidades, o Ipem informou que vai lavrar o auto de infração e a empresa terá dez dias para apresentar defesa, e a multa pode chegar a R$ 5 milhões.

‘Medidores inteligentes’ suspensos

No final de janeiro, a Justiça mandou suspender a instalação de medidores do Sistema de Medição Centralizada (SMC), que estavam sendo implantados pela empresa Amazonas Energia.

O pedido de suspensão alega que o sistema de medição fere os direitos do consumidor, pois é instalado em uma altura superior a 4 metros impossibilitando que o cidadão fiscalize o fornecimento de energia.

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