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Após programa ‘Peixe no Prato’, Governo do AM arrecada mais de R$ 40 mil com a primeira edição da feira ‘Nossa Terra’

Após programa ‘Peixe no Prato’, Governo do AM arrecada mais de R$ 40 mil com a primeira edição da feira ‘Nossa Terra’

Aproximadamente R$ 43 mil foram arrecadados na edição especial da Feira da Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS), do Governo do Amazonas, durante o lançamento do projeto “Nossa Terra”, realizado este sábado (21), no estacionamento da TV Band, no bairro Aleixo, zona centro-sul de Manaus. O valor, segundo a organização do evento, gerou uma média de lucro de R$ 1.064 para cada feirante.

De acordo com o presidente da ADS, Flávio Antony Filho, a expectativa é que outros eventos nos mesmos moldes sejam realizados a partir do ano que vem, fortalecendo, por meio da comercialização, a ponta da cadeia do setor primário, que é o escoamento.

“A ideia agora para nossos próximos eventos é de fazer algo ainda maior, com mais serviços do Governo, com a participação do Detran-AM (Departamento Estadual de Trânsito), Procon-AM (Programa de Proteção e Orientação ao Consumidor), Sejusc (Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania) e com coleta seletiva por meio de empresas parceiras, abrindo as portas da economia por meio da ADS”, declarou o presidente.

Ao todo, participaram 37 produtores rurais da ADS, com frutas, hortaliças e outros produtos regionais, e três da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), que venderam pescado a baixo custo, dentro da quinta edição do programa “Peixe no Prato”.

Em parceria com as secretarias de Estado de Cultura e Economia Criativa e de Educação e Desporto, o evento também contou com um show musical da cantora Marcia Novo e com um aulão de Zumba pela parte da manhã.

‘Peixe no Prato’

O programa ofertou peixes frescos, pescados até um dia antes de serem levados para a feira, com preços diferenciados. Entre os produtos estava o tambaqui roelo, custando de R$ 15 a R$ 30 por unidade; o tambaqui curumim, com a promoção de três unidades por apenas R$ 5; e o pirarucu (ventrecha e filé), por R$ 12 o quilo.

“A gente procura aproximar o produtor do consumidor. Tiramos a figura do atravessador, damos o suporte e a logística para ele trazer o seu produto, que ele mesmo vende a preços acessíveis”, disse Leocy Cutrim, secretário de Pesca e Aquicultura da Sepror.

O programa movimentou, em sua quinta edição, um total de R$ 12 mil com a venda do pescado. “Eu vim conhecer e conferir os preços. O pirarucu, o tambaqui e as verduras também. Tudo bem em conta de verdade”, afirmou a dona de casa Raimunda Garcia de Souza, que ficou sabendo do evento pela internet.

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