Arthur condena violência em manifestações contra o governo federal

Arthur condena violência em manifestações contra o governo federal

Arthur condena violência em manifestações contra o governo federal

O presidente do PSDB-AM, Arthur Virgílio Neto, condenou veementemente os atos de agressões ocorridos na manifestação contra o governo federal, no último sábado (03), em São Paulo, que ele qualificou como tentativa de reinserir a violência na política. “Política se faz com o cérebro e o objetivo é aglutinar e pacificar. Não se faz política com os cascos, nem com o baixo sentimento do ódio. Democracia sim, fascismo não!”, defende Virgílio, que também é candidato às prévias presidências do Partido da Social Democracia Brasileira.

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Durante o ato contra o presidente Jair Bolsonaro, militantes do PCO (Partido da Causa Operária) agrediram representantes do PSDB, na tentativa de expulsá-los da manifestação. Para Arthur, em toda a história do país, com exceção do período da ditadura, as manifestações populares são livres. “Em qualquer país onde haja um resquício de democracia esse é um direito inalienável, onde o povo pode declarar alta e claramente a sua insatisfação. As ruas são do povo e desconhecer isso é desconhecer o Brasil, o sentimento de humanidade e o respeito ao direito constitucional de ir e vir”, reforça.

O dirigente partidário afirma é preciso ficar atento para não repetir erros históricos que associam a violência à imposição de regimes antidemocráticos. “A violência não resolveu as ambições de Hitler, nem conseguiu amparar a boçalidade de Mussolini. O Brasil superou a fase caudilhesca. No mundo de hoje míngua o espaço para tiranetes sul-americanos. Idi Amin Dada ficou no lixo da história. Trump foi a tentativa neomoderna de estimular o ódio, as segregações, o racismo, as divisões entre irmãos. Não passará! O Brasil não pode se deixar contaminar pelo ódio”, pontua.

Arthur Virgílio também destaca que está em luta constante pelo fim dos extremismos, que está na hora de juntar forças, buscar convergências para garantir um futuro melhor para o país e que as agressões só colocam em xeque a democracia brasileira, apontando, cada vez mais, para o enfraquecimento das liberdades coletivas e individuais.

“Nossa luta não deve ser por bandeiras partidárias, devemos lutar pelo que nos une: o desejo por um país melhor. É preciso deixar diferenças de lado e convergir em ideais, sempre com respeito ao próximo”, afirma. “Meus companheiros e eu lutamos pelo desenvolvimento sustentável, por escolas boas para todos, por assistência eficaz de saúde pública, por políticas sociais consequentes e libertadoras. Prosseguiremos na luta”, defende.

As manifestações de sábado fazem parte da terceira jornada do movimento “Fora Bolsonaro”, iniciado em maio deste ano e que vem ganhando adesões por todo o país.

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