Aumento de demanda por gás oxigênio no Amazonas foi de 143% em 15 dias

Aumento de demanda por gás oxigênio no Amazonas foi de 143% em 15 dias

Aumento de demanda por gás oxigênio no Amazonas foi de 143% em 15 dias

Foi na quinta-feira, dia 7 de janeiro, que a direção da empresa White Martins comunicou ao secretário estadual de Saúde, Marcellus Campello, que a demanda por oxigênio estava muito alta e que avanço veloz da demanda tornava difícil suprir a necessidade da rede. Campello relatou a conversa com a empresa nesta quinta-feira (14/01), durante pronunciamento do Comitê de Resposta Rápida – Enfrentamento Covid-19.

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Segundo ele, na ocasião o consumo de oxigênio na rede pública estadual chegara a 50 mil m³/dia. De acordo com o relatório apresentando durante o pronunciamento, no dia 31 de dezembro, o consumo fora de 30 mil m³, ou seja, em sete dias houve um aumento de 20% na demanda do gás.

No entanto, ainda de acordo com o relatório, no dia 11 de janeiro o consumo de oxigênio chegou a 73.000 m³/dia, um aumento de 21,6% em quatro dias. Isso significa que entre o último dia do ano 2020 e esta quinta-feira (14/01), quando os hospitais começaram a ficar sem oxigênio, houve aumento de 143% na demanda pelo gás no Amazonas.

“Fomos avisados de que com a abertura dos leitos, ampliação da rede de assistência, e crescente número de internações estava difícil suprir tudo em tão curto espaço de tempo” afirmou Marcellus, que também afirmou ter iniciado as providências junto a empresa e ao Ministério da Saúde (MS) para suprir a demanda.

A WM fornece cerca de 90% do oxigênio utilizado pela rede hospitalar do Estado. No primeiro pico da pandemia, entre os meses de abril e maio do ano passado, a empresa chegou a fornecer 30 mil m³/ dia por um período de 70 dias. De julho a dezembro a demanda foi de 20 mil m³/ dia.

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