Condenado pelo TCE, Fabrício Lima será diretor na Semasc

Condenado pelo TCE, Fabrício Lima será diretor na Semasc

Condenado pelo TCE, Fabrício Lima será diretor na Semasc

Após a polêmica envolvendo a nomeação de ex-vereadores para pasta da ManausCult. A prefeitura de Manaus, continua a insistir no erro. O prefeito David Almeida (Avante), está tentando transformar algumas secretarias em “cabide de emprego” de ex-secretários e inclusive de ex-deputados que foram condenados pela justiça ou pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM).

Anúncios

A exemplo, temos o ex-secretário de Esporte, Fabrício Lima, que foi condenado pelo (TCE-AM) a devolver aos cofres públicos R$ 2,6 milhões, e foi nomeado, no último dia (20), conforme Diário Oficial, como diretor de Área de Políticas Setoriais na Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc).

Em 2020, Fabrício foi condenado por irregularidades nas contas durante sua gestão à frente da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), de 2016. E foi condenado pelo colegiado do TCE a devolver aos cofres públicos R$ 2,6 milhões. Já suas contas durante gestão à frente da Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel) também foram reprovadas pelo corte de contas, em 2016, por irregularidades cometidas em 2013, sendo multado em R$ 8,8 mil.

“A Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania tem esporte dentro dela, tem uma série de secretarias dentro dela. Eu não chego para mudar nada, eu chego para somar e contribuir com meu conhecimento […] sobre as minhas condenações, eu já entrei com recursos”, explicou Lima ao falar como será o trabalho que irá desenvolver na gestão de David Almeida, à Revista Cenarium.

Irregularidades

No Ano de 2016, foram detectadas irregularidades em sua gestão como: o atraso nos demonstrativos contábeis da secretaria durante sua gestão; impropriedades na contratação de serviços em locais gerenciados pela Sejel; ausência de pregão na contratação de materiais esportivos, onde o gestor não pôde comprovar uma despesa vantajosa para os cofres públicos, entre outras infrações.

Já em 2013, entre as irregularidades, estavam o não encaminhamento de documentos que comprovassem a realização dos serviços e entrega de materiais, indicando data, local e acompanhamento por servidores designados para comprovação dos eventos.

*Com dados da Revista Cenarium

Deixe um comentário