De olho nas eleições de 2022, políticos amazonenses sem mandato buscam “recall” eleitoral para disputa de Governo e Senado

De olho nas eleições de 2022, políticos amazonenses sem mandato buscam “recall” eleitoral para disputa de Governo e Senado

De olho nas eleições de 2022, políticos amazonenses sem mandato buscam “recall” eleitoral para disputa de Governo e Senado

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O cenário político no Amazonas chega em momento crucial para as eleições do ano que vem de Governo e Senado. A partir desta sexta-feira (1º), começa a contagem regressiva para os postulantes, já que estamos a um ano das eleições. Alguns políticos sem mandato costuram seu retorno às urnas em 2022 com a aposta de se aglutinarem em novas siglas e até mesmo nas suas antigas.

A cadeira de Omar Aziz (PSD), atualmente presidente da CPI da Covid, está disputadíssima. O ex-prefeito de Manaus e ex-senador Arthur Virgílio Neto (PSDB) é um dos postulantes. Por mais que tente ser referendado pelos tucanos para uma disputa de presidente da República, a tendência é que ele seja mesmo candidato no âmbito local.

O ex-vereador e ex-candidato a prefeitura de Manaus, Chico Preto (sem partido) adversário declarado de Aziz, também é um dos nomes que disputarão a única vaga do Senado em jogo no pleito de 2022.

Chico Preto é assíduo nas redes sociais e tem feito campanha contra Omar Aziz, sempre relembrando que o parlamentar é acusado na Operação Maus Caminhos, e criticando veementemente seus trabalhos frente à CPI da Covid. O político disputou a vaga da prefeitura de Manaus no ano passado, mas perdeu no primeiro turno, levando apenas 1,65% dos votos válidos.

Outro nome que aparece como concorrente para a vaga ao Senado em 2022, é do ex-vice-governador Henrique Oliveira (Pros). Ele confirmou sua candidatura mesmo após o secretário-geral do partido, Ângelo Reis, emitir nota afirmando que a sigla ainda estuda a possibilidade de lançar candidato ao Senado para as eleições 2022, mas que ainda não há nome definido.

Também ex-candidato a prefeito de Manaus, Coronel Menezes (Patriota) é outro que concorrerá ao Senado da República. Ele aposta na proximidade com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para conquistar o eleitorado de direita e lograr êxito na disputa.

Governo

Para governador do Estado, o cenário segue a linha de disputa acirrada. Entre os políticos sem mandato que estarão na disputa está Amazonino Mendes, que segue sem partido, mas muito provavelmente ingressará no União Brasil, nova sigla oriunda da fusão DEM-PSL.

O “Negão”, como é popularmente conhecido por seus eleitores, já governou o Amazonas por quatro vezes, com sua última passagem pelo cargo de 2017 à 2019. O político de 81 anos aparece nas pesquisas eleitorais como um dos nomes mais fortes para concorrer ao segundo turno com o atual governador do Estado, Wilson Lima (PSC).

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