Defesa de empresários suspeitos por morte de sargento diz que polícia não tem provas contra o casal

Defesa de empresários suspeitos por morte de sargento diz que polícia não tem provas contra o casal

Defesa de empresários suspeitos por morte de sargento diz que polícia não tem provas contra o casal

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A equipe de defesa jurídica do casal Joabson Agostinho Gomes, 38, e Jordana Azevedo Freire, 41, afirmou que a Polícia Civil do Amazonas (PCAM) não produziu nenhuma prova material que ligue o casal à morte do empresário Lucas Ramon, assassinado a tiros no dia 1º de setembro deste ano. Os advogados afirmaram, ainda, que aguardam o momento em que o verdadeiro autor da morte da vítima será revelado.

Outras hipóteses investigativas estão sendo traçadas pela defesa, por meio do uso da técnica de investigação defensiva, como forma de tentar auxiliar o esclarecimento do fato, o trabalho das autoridades encarregadas da investigação e, sobretudo, demonstrar a ausência participação de Joabson e de Jodana no crime.

“Não foi produzida uma única prova material que ligue quaisquer deles ou qualquer pessoa que com eles tenha se relacionado à execução da vítima Lucas Ramon”, declarou a defesa, por meio de comunicado feito à imprensa em nota publicada no domingo (26). A equipe de reportagem entrou em contato com a PCAM e aguarda resposta a respeito das declarações.

O grupo de advogados disse, também, que os documentos públicos sobre a investigação – os autos – ainda estão em segredo de justiça, o que impossibilita o oferecimento de informações específicas sobre a dinâmica do crime que vitimou Lucas.

“Apesar das limitações decorrentes do segredo de justiça requerido pela autoridade policial e determinado pelo Juízo competente sobre o caderno investigatório, a defesa, em nome de seus constituintes, reitera publicamente a inocência do casal, na certeza de que nem Jordana, nem, muito menos, Joabson, têm, em absoluto, qualquer espécie de envolvimento no triste episódio que culminou com a morte de Lucas Ramon”, declararam os responsáveis pela defesa.

Por meio de nota, a PCAM afirmou que as investigações continuam.

“A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da delegada Marna de Miranda, adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), informa que as investigações em torno da morte do empresário e sargento do Exército Brasileiro, Lucas Ramon Silva Guimarães, que tinha 29 anos, seguem em curso e o processo corre em segredo de Justiça.

Além disso, a delegada ressalta que mais informações à respeito do caso não poderão ser repassadas, para não atrapalhar as investigações policiais”, finalizou a nota.

 

*Com informações A Crítica

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