Deputado denuncia contratações ilegais de professores em Carauari
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Deputado denuncia contratações ilegais de professores em Carauari

Denúncias de contratações ilegais de professores no Município de Carauari (a 788 km de Manaus) foram alertadas nesta quarta, 11, pelo deputado estadual Sidney Leite durante pronunciamento na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

Diante dos indícios, o parlamentar cobrou do Estado a realização de concursos públicos para servidores da educação e uma política de formação continuada para professores, pedagogos e gestores.

Sou daqueles que defendo que precisamos fazer um grande pacto pela educação, envolvendo o Ministério Público de Contas, o Tribunal de Contas, o Ministério Público Federal e, que se possa cumprir metas, porque a contratação temporária não é salutar nem para quem é contratado nem para o sistema da educação como um todo”, disse.

Para o deputado, a defesa é pela realização de concursos públicos. “Dessa maneira, não se pode dar condições no sentido do avanço na formação desse profissional. Num ano, ele trabalha; no outro, não sabe se vai trabalhar. Que se faça, então, a realização de concurso público para suprir a demanda da secretaria estadual e das secretarias municipais de educação”, finalizou.

Em contato com o vereador de Carauari, José Dantas Brito Neto, o parlamentar confirmou que as contratações estão ocorrendo e já solicitou, inclusive, um balanço da quantidade de professores contratados dessa forma aos órgãos competentes. “Aguardamos agora por esses dados, mas é uma prática que não pode acontecer”, disse.

Novo ministro pode ajudar Amazonas

O deputado estadual Sidney Leite falou ainda a posse do novo Ministro da Educação, Rossieli Soares. “A posse dele é uma conquista para educação no Estado”, disse Leite, que também é presidente da Comissão de Educação da Aleam. Isso porque Rossieli Soares é ex-secretário de Educação do Estado do Amazonas.

De acordo com o deputado, o conhecimento do novo Ministro da Educação sobre a realidade amazonense deve contribuir para facilitar o acesso e a garantia de recursos para o cumprimento de demandas educacionais do Estado, em especial no interior e nos territórios indígenas, mas também na capital.

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