Deputados confirmam que ‘não existe’ denúncia no Ministério Público 

Deputados confirmam que ‘não existe’ denúncia no Ministério Público 

Deputados confirmam que ‘não existe’ denúncia no Ministério Público

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Josué Neto (PRTB) em reunião nesta quarta-feira (9), com o procurador-geral de Justiça, Alberto Rodrigues do Nascimento Júnior confirmou que não existe denúncia formalizada pela deputada Joana Darc, no Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM), contra os 16 deputados que votaram no deputado Roberto Cidade para ser o próximo presidente do Poder Legislativo.

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Além de Josué, os deputados estaduais Roberto Cidade (PV), delegado Péricles Nascimento (PSL), Fausto Jr. (PRTB), Carlinhos Bessa (PV), Felipe Souza (Patriota), Wilker Barreto (Podemos) e Dermilson Chagas (Podemos) também estiveram presentes no MP-AM, localizado na Zona Oeste de Manaus.

“Nós viemos aqui justamente para saber se existe alguma denúncia, que não existe, e que nós queremos ajuda do Ministério Público do Estado, assim como da própria Justiça. No sentido de não deixar nenhuma dúvida diante da sociedade, de que esta eleição que aconteceu na Assembleia Legislativa foi uma eleição limpa, eleição onde prevaleceu a conversa, o diálogo, onde prevaleceu o melhor candidato no entendimento dos 16 deputados que votaram na Chapa 1, do último dia 3 de dezembro”, disse Josué Neto sobre as acusações feitas no plenário pela deputada estadual Joana Darc (PL).

Judiciário

Nesta quinta-feira (9), Josué também afirmou no plenário Ruy Araújo, que o Poder Legislativo respeita o Judiciário amazonense, no entanto, destacou que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 5/2020 tramitou de forma correta nas comissões da Casa Legislativa.

“Não há histórico de desrespeitar o judiciário, é o contrário, a gente sempre respeitou muito o Ministério Público do Estado e o Tribunal de Justiça do Amazonas”, explicou o parlamentar, que ressaltou, por duas vezes consecutivas, a Assembleia Legislativa abriu mão de recursos para socorrer o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) e ampliar os serviços do judiciário para os municípios do interior do Estado.

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