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Durante sua filiação, Ramos revelou que condição para ida ao PSD foi alinhamento com Sidney Leite

Durante sua filiação, Ramos revelou que condição para ida ao PSD foi alinhamento com Sidney Leite

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O vice-presidente da Câmara Federal, Marcelo Ramos filiou-se ao Partido Social Democrático (PSD) nesta quarta-feira, (9). Durante seu discurso de filiação, que aconteceu na sala de liderança do partido na Câmara dos Deputados, o parlamentar revelou que sua condição para ingressar na sigla foi um total alinhamento com o colega de parlamento, Sidney Leite.

“Sidney é meu companheiro, de uma trajetória longa de vida pública. Fomos deputados estaduais juntos, e tenho certeza que vamos trazer dois, e se vacilarem três deputados para o congresso. Mas acima de tudo, quando nós começamos a dialogar sobre isso, Kassab, Omar são testemunhas, a minha premissa foi: eu só vou se combinado com o Sidney. Se não tivesse a disposição do Sidney, o entendimento do Sidney para que nós possamos juntos compor e nos ajudar, eu busco outro caminho, pois o Sidney tem a precedência pela contribuição que deu pela formação desse partido”, afirmou Ramos.

Durante sua filiação, ficou claro o alinhamento político que o parlamentar desenvolveu com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, com o presidente estadual, Omar Aziz, Sidney Leite e toda a Executiva Nacional que o prestigiou e teceu diversos elogios ao parlamentar. Estavam presentes na filiação, além dos parlamentares do Amazonas, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Segundo Sidney é um momento importante para o partido a ida de Ramos. “O ingresso do Marcelo para o PSD é muito importante pelas suas qualidades, sua determinação, sua perseverança e com certeza dá substância e fortalece o PSD no Amazonas e no Brasil. Marcelo, seja muito bem-vindo, que sua entrada no nosso partido possa efetivamente contribuir não só para o PSD, mas que a gente possa cada vez mais contribuir para o futuro e desenvolvimento do nosso país.”

A motivação principal para filiação do PSD, de acordo com Ramos, foi a não adesão da sigla à base do presidente Jair Bolsonaro (PL), uma vez que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco deve lançar sua candidatura. E, claro, Marcelo não deixou de criticar a gestão federal, principalmente no âmbito econômico. O congressista se desfilou do Partido Liberal, em janeiro, quando Bolsonaro passou a compor a legenda.

“O Brasil de hoje não é um Brasil qualquer. É um Brasil com pessoas passando fome. Tem muita coisa que pode esperar, mas não dá para deixar para depois pessoas com fome. Esse é o maior desafio do atual momento da vida do país: que o Brasil estabeleça uma guerra contra a fome. É um país com quase 13 milhões de desempregados, inflação de 2 dígitos e não dá controlar inflação com um modelo ortodoxo de aumento das taxas de juros, impedindo mais ainda as pessoas de comer”, acrescentou Marcelo Ramos.

Alinhamento

Ao longo do discurso de filiação, Marcelo acenou a parceria com Omar Aziz dando ênfase ao trabalho do senador amazonense durante os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19.

“Se nós olharmos a curva de vacinação no Brasil ela é absolutamente coordenada com o tempo de instalação da CPI. Conforme a CPI foi se consolidando, a vacinação foi crescendo, ou seja, foi a CPI o instrumento fundamental para salvar a vida de milhões de brasileiros e para que a gente possa passar essa nova onda sem tantos óbitos como nós tivemos no passado. E é fruto da dedicação da coragem que o Omar teve na condução dos trabalhos da CPI”, ressaltou o vice-presidente do Congresso.

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