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Liminar do STJ põe donos do Vitória Supermercado em liberdade

Liminar do STJ põe donos do Vitória Supermercado em liberdade

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O casal Joabson Agostinho Gomes e Jordana Azevedo Freire ganharam no Superior Tribunal de Justiça (STJ), uma liminar na sexta-feira (18), para deixar a prisão em Manaus. Eles são acusados terem mandado matar o sargento Lucas Ramon Silva Guimarães.

A liminar, segundo o ofício nº 012075/2022 do STJ, foi concedida pelo ministro Reynaldo Soares da Fonseca.

Joabson e Jordana foram presos na operação ‘Lucas 8:17’ da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), no último dia 9 de fevereiro deste ano. Além do casal, no mesmo dia, foi preso também Romário Vinente Bentes, considerado braço direito de Joabson e uma mulher identificada como Kamila Tavares da Silva.

No dia 10 de fevereiro, Kayandra Pereira Castro suspeita de intermediar a contratação de Silas Ferreira da Silva, 26, preso no dia 22 de novembro de 2021, o autor dos disparos contra Lucas Ramon.

No dia 9 de fevereiro, o Delegado Ricardo Cunha, titular da DEHS informou que foram coletadas provas de que Romário foi quem contratou Silas para executar o sargento do Exército e que Kamila e Kayandra e Kayanne (foragido), apresentaram o pistoleiro para o braço direito de Joabson.

“Eles (Romário e Kamila) intermediaram esse delito. A Kamila participou ativamente no dia do crime. As investigações apontaram que ela estava junto com o Romário, para que não fosse contactado pelo Silas. Era ela a pessoa que o Silas entrava em contacto naquele momento”, explicou.

Por ser braço direito de Joabson, Romário ficou responsável por contratar o executor do crime. Foi quando ele pediu auxílio da Kamila, Kayandra e Kayanne, onde segundo o delegado, eram suas conhecidas. As duas últimas seguem foragidas.

O crime

O sargento Lucas Ramon foi morto a tiros em sua cafeteria no dia 1° de setembro de 2021, no bairro Praça 14 de Janeiro, zona sul. Joabson e Jordana também foram presos em setembro do ano passado ao se apresentarem na delegacia de Homicídios. Dois meses depois eles tiveram o pedido de habeas-corpus acatado pela Justiça e foram soltos.

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