Mais de 700 advogados emitem nota em defesa da advogada Karina Kufa e contra atos da CPI de Omar Aziz

Mais de 700 advogados emitem nota em defesa da advogada Karina Kufa e contra atos da CPI de Omar Aziz

Mais de 700 advogados emitem nota em defesa da advogada Karina Kufa e contra atos da CPI de Omar Aziz

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Mais de 700 advogados de todas as partes do Brasil também assinam manifesto em conjunto com os Movimentos de Advogados em defesa de Karina Kufa, advogada do Presidente do Brasil Jair Bolsonaro (Sem partido), contestando sua possível convocação para prestar depoimento na CPI da Pandemia.

O Movimento Advogados de Direita do Brasil, Movimento Advogados do Brasil – MABr, Movimento Advogados Pró Bolsonaro Brasil, Direita Jurídica Conservadora Nacional e associação Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil – OACB, publicarammanifesto em apoio advogada Karina Kufa, e em defesa das suas prerrogativas.

O manifesto dos movimentos de advogados e seus respectivos signatários que também apoiam e defende o Presidente do Brasil asseveram que a advogada Karina Kufa “é reconhecida e respeitada por seus pares de profissão, tratando-se de advogada de postura ética, com reputação ilibada na vida íntima e profissional, exitosa na defesa das boas causas e do bom direito, sempre pautando suas ações e condutas com base nos estritos limites constitucionais, processuais e legais.”

De acordo com o manifesto a possível convocação de Karina Kufa para que preste esclarecimentos na CPI da Pandemia, é uma afronta à advocacia nacional, considerando que os atos praticados pela Presidência, Vice-Presidência e Relatoria da referida comissão parlamentar de inquérito contra a advogada do Presidente Bolsonaro são de caráter político revelando-se aspectos de ameaça, intimidação, perseguição política, ideológica e profissional.

Subindo o tom no manifesto, os movimentos de advogados que saíram em defesa da advogada Karina Kufa destacam: “A CPI da Pandemia tornou-se um instrumento ilegal e autoritário para promover “assassinato de reputações”, “tortura emocional e psicológica”, “abuso de autoridade” e “tratamento desumano” contra advogados(as) no exercício da profissão, investigados e testemunhas, com o propósito de obterem confissões forçadas de fatos supostamente conexos com o objeto das investigações”.

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