‘Manaus virou o jogo mesmo com pandemia’ diz Arthur Virgílio

‘Manaus virou o jogo mesmo com pandemia’ diz Arthur Virgílio

‘Manaus virou o jogo mesmo com pandemia’ diz Arthur Virgílio

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Após a revista Isto É publicar, nesta sexta-feira (16), um artigo com o título “Manaus vira o jogo”, destacando as medidas do prefeito Arthur Virgílio (PSDB), especialmente no período da pandemia do novo coronavírus, que no aspecto financeiro cortou gastos, enviou a maior parte dos servidores para o trabalho em home office e repactuou todos os contratos com corte de 25% na dívida, o prefeito se manifestou e afirmou que de fato Manaus, “virou o jogo”.

“Isso muito me honra. Não deixa de ser um legado que serve de exemplo para gestores de todo o Brasil, mostrando que é possível governar com zelo, com apego às boas práticas, com o pensamento em fazer o melhor pela sua cidade, pelo seu país. Deveria ser a norma, mas é tão excepcional que serve de pauta para os grandes jornais e revistas”, reagiu Arthur Virgílio Neto em suas redes sociais.

O prefeito destacou que, de fato, Manaus virou o jogo durante a sua gestão, que iniciou com endividamento de mais de R$ 360 milhões e uma capacidade de investimento público que não ultrapassava R$ 250 milhões por ano.

“Enfrentamos a mais larga crise econômica da história recente do país, por longos 30 meses, e fizemos o dever de casa, cortando gastos, pagando dívidas, enfrentando os desperdícios para chegarmos ao início do segundo mandato já com uma situação de segurança financeira para realizarmos as grandes obras que Manaus necessita”, disse o prefeito.

Em 2020, com o equilíbrio fiscal assegurado e a Previdência sanada e premiada por sua gestão, a capacidade de investimento superou a casa de R$ 1 bilhão, graças ao bom nome da Prefeitura de Manaus junto às instituições financeiras nacionais e internacionais.

”Tínhamos grandes planos e recursos para fazer uma revolução urbana em 2020, mas veio a pandemia da Covid-19 e tivemos que focar nas medidas de proteção às vidas das pessoas e de redução de gastos para fazer frente a uma queda de arrecadação que se avizinhava de forma brutal”, lembrou o prefeito.

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