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“MBL é um dos maiores produtores de Fake News”, divulga Marcelo Ramos

O deputado federal Marcelo Ramos (PL) publicou nas suas redes sociais uma peça que afirma que o Movimento Brasil Livre (MBL) lidera lista dos maiores produtores de fake News do Brasil.

“É impressionante como essas fake news se espalham e como encontram terreno fértil na boa fé de uns e na má intenção de muitos”, afirmou Ramos.

A Fake News na qual se refere o parlamentar, é sobre as publicações que estão circulando à respeito da Lei do Fundo Partidário, com nome “Lei do Lula Livre” e a CPI para investigar desvios de condutas e ilegalidades de membros do Ministério Público e do Judiciário na condução da Lava Jato, que foi batizada de “CPI do Lula Livre”.

“As alterações da Lei do Fundo Partidário, ao contrário do que dizem, dá mais transparência aos gastos, deixando claro com o que esses recursos podem ser usados […] Já a CPI é um instrumento legítimo do Parlamento. Corrupção é descumprir a lei. Quando um juiz ou promotor ou quem quer que seja descumpre a lei, mesmo que seja sob o argumento de combater a corrupção ele comete um crime”, explicou o deputado.

Na publicação o deputado também compartilhou um artigo sobre o assunto. Confira na íntegra:

 

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Artigo Semanal Fake News As Fake News são hoje um método de consolidação de projetos eleitorais e de tentativa de desmoralizar reputações, apostando na desinformação e na mensagem manipulada e superficial que encontra nas redes sociais o ambiente propício para a sua propagação. Nos últimos dias, dois fatos ocorridos na Câmara dos Deputados foram objetos da fábrica de fake news. As alterações legítimas e que deram mais transparência a Lei do Fundo Partidário, viraram a “Lei do Lula Livre” e a CPI para investigar desvios de condutas e ilegalidades de membros do Ministério Público e do Judiciário na condução da Lava Jato, viraram “CPI do Lula Livre”. É impressionante como essas fake news se espalham e como encontram terreno fértil na boa fé de uns e na má intenção de muitos. As alterações da Lei do Fundo Partidário, ao contrário do que dizem, dá mais transparência aos gastos, deixando claro com o que esses recursos podem ser usados. A alteração que autoriza utilizar recursos para pagar honorários é restrita a quem age em nome do partido, prática adotada por qualquer pessoa jurídica de natureza pública ou privada. Já a CPI é um instrumento legítimo do Parlamento. Corrupção é descumprir a lei. Quando um juiz ou promotor ou quem quer que seja descumpre a lei, mesmo que seja sob o argumento de combater a corrupção ele comete um crime. Mas se ninguém descumpriu a lei nos trabalhos da Lava Jato, não há o que temer. Portanto, nenhuma das duas propostas têm nada a ver com “Lula Livre”. Ninguém, seja presidente, deputado, juiz promotor ou qualquer cidadão, deve ficar impune se cometeu um crime e nem ser punido se não cometeu, mas esse julgamento não é individual de quem ama ou odeia o réu. Deve ser um julgamento justo, feito por um órgão competente e com base na lei e na Constituição. Fake News é um mecanismos autoritário e antidemocrático porque tira das pessoas o direito a informação correta e a induz a julgamentos injustos.

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O Direto ao Ponto concedeu direito de resposta ao MBL-AM, que se manifestou por meio de nota. Veja na íntegra:

Nota de Repúdio

O Movimento Brasil Livre, por meio do seu núcleo no estado do Amazonas, vem a público manifestar incisivo repúdio a publicação do Deputado Federal Marcelo Ramos no dia de hoje.

A respeito da PL 11021/18 apelidada de “lei Lula livre”, o Deputado se recusa a entender que a sociedade não tolera mais que o seu dinheiro financie práticas espúrias de políticos, seja ele dirigente do partido ou não. A legislação está na contramão de tudo que lutamos nos últimos 5 anos, e lamentamos muito que o Deputado que representa o Amazonas em Brasília, tenha um pensamento tão desalinhado em relação aos amazonenses.

A respeito da CPI da Lava Jato, uma clara investida da oposição para constranger o Governo Federal e o Ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, tem como incentivo mensagem obtidas de forma ilícita e criminosa, sendo estas o que o direito nomeia de “fruto da arvore venenosa”, de modo que sequer pode haver investigações tendo como base esse tipo de conteúdo.

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