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Pablo afirma que se o Amazonas tivesse um Cassino geraria mais receita ao Estado

Pablo afirma que se o Amazonas tivesse um Cassino geraria mais receita ao Estado

O Congresso Federal anunciou ontem (20) que pretende publicar até março um decreto, para que haja regularização das apostas esportivas por cota fixa no país. Ao se discutir sobre aprovação, vem à tona a legalização dos Cassinos no Brasil e quem sabe a construção de um no Amazonas.

Para o vice-presidente da Frente Parlamentar Mista pela Aprovação da Regulamentação dos Jogos no Brasil, deputado federal Pablo Oliva (PSL) seria sem dúvida interessante o estado do Amazonas ter um Cassino, onde serviria de alternativa turística e econômica.

“É uma experiência de êxito em vários lugares do mundo. É o tipo de atividade que movimenta a economia em vária frentes”, disse o parlamentar que quando tem os eventos que são ligados a este motor econômico que é o jogo, eles trazem as pessoas para visitar a região.

“Eles se lincam com os hotéis e levam toda a iniciativa turística, através do entretenimento, estruturas para shows e eventos. Isso movimenta a economia nos campos mais diferentes do que a gente possa imaginar”, salientou Pablo que é favor do projeto que inclui a legalização dos Cassinos no Brasil.

De acordo com Pablo, o Projeto de lei 442 é de 1991 e está pronto para ser votado, mas existe alguns setores que estão tentando paralisar a votação, mas diz que o projeto esperando tempo demais para ser regulamentado e o jogo continua existindo ilegalmente.

“Na década de 40 se proibiu o jogo. E eu costumo dizer isso, fez a proibição do jogo, se fecharam os cassinos, se acabou com os empregos, se acabou com toda uma economia que girava em torno disso, só não acabou com uma coisa, o jogo. Ele continua existindo só que de uma maneira ilegal”.

Após fechar as casas de jogos no Brasil e com o crescimento da internet. Países iniciaram os jogos virtuais que acabam gerando emprego, tributos e economia fora do Brasil. A criação do decreto vem para dar mais segurança jurídica as grandes empresas internacionais, que trabalham com apostas esportivas. Dessa maneira, o setor pode se movimentar e outras empresas passem a querer atuar no Brasil. Seja por meio de clubes online ou com sede física.

“Fecharmos os olhos para uma atividade que existe ou de uma maneira legal ou então as legalizadas fora do Brasil. É no mínimo uma tolice”, enfatizou Pablo que “quem quer participar de jogos que participe. O jogo mexe com o livre arbítrio do que cada um quer. E o livre arbítrio gira a economia”, finalizou.

Em entrevista ao Valor Econômico, Waldir Eustáquio Marques Júnior, subsecretário de Prêmios e Sorteios do Ministério da Economia, comentou que países como Inglaterra, Itália, Estados Unidos, Grécia, Portugal e Dinamarca demonstraram interesse em atuar nas apostas esportivas por cota fixa do Brasil. Mas, por enquanto estão aguardando a regulamentação do governo ao setor para não haver problemas.

Depois de passar pela fase de análise jurídica, a expectativa é que o decreto seja assinado pelo presidente Jair Bolsonaro até o fim do primeiro trimestre deste ano.

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