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Plínio solicita ao BNDES R$ 687 milhões do Fundo Amazônia para o combate do Covid-19 

Plínio solicita ao BNDES R$ 687 milhões do Fundo Amazônia para o combate do Covid-19

Empenhado em buscar socorro urgente para amenizar a trágica situação da saúde em Manaus e municípios com maior concentração de comunidades indígenas, o senador Plínio Valério (PSDB) encaminhou um ofício ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, solicitando que examine a aplicação, no combate à pandemia da Covid-19, dos recursos do Fundo Amazônia. Nesse caso, o investimento se faria, evidentemente, apenas na Amazônia brasileira, a que se referem os objetivos e as ações do Fundo.

As doações de países como Noruega e Alemanha, e da Petrobras, cessaram no início do governo por divergências na gestão dos recursos destinados a preservação das florestas. Mas de acordo com informações do BNDES em requerimento de Plínio, o Fundo Amazônia conta hoje, em caixa, com o montante de R$ 687.310.502,37 que seria de grande ajuda para socorrer o Amazonas nesse momento de colapso sanitário. Esse montante seria de grande importância para se ampliar a infraestrutura do combate ao coronavírus na Amazônia brasileira, onde as condições sanitárias se mostram extremamente precárias.

No ofício encaminhado ao BNDES, Plínio citou o caos vivido por Manaus e relatado pelo prefeito, Arthur Virgílio Neto, na carta enviada a líderes internacionais dos países que compõem o G20. “A Amazônia vive um caos sanitário provocado pelo novo coronavírus: falta pessoal médico, alguns hospitais armazenam corpos em caminhões frigoríficos, e os cemitérios começam a abrir valas comuns para atender a uma demanda crescente”. Na sua expressão, “é um quadro em vida de um filme de horror e a situação não é de emergência, é de calamidade absoluta”.

Ao pedir socorro ao BNDES em relação aos recursos do Fundo Amazônia, Plínio diz:

“É nessas condições que solicito a aplicação dos recursos do Fundo Amazônia nas medidas de prevenção e combate à infecção que faz tantas vítimas em nossa região. Sabemos que os contratos originais que garantem recursos ao Fundo se vinculam ao combate ao desmatamento e a projetos de uso sustentável do bioma. Esses conceitos envolvem, claramente, a população amazônica, a grande responsável pela preservação da floresta. Lembro, a propósito, que em meu estado, o Amazonas, 93% da cobertura original está preservada. Isso se deve à população que, agora, se vê ameaçada pela Covid-19 e pela carência de infraestrutura de saúde para enfrentá-la”.

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