Umanizzare não administra mais a penitenciaria Anísio Jobim

Umanizzare não administra mais a penitenciaria Anísio Jobim

Umanizzare não administra mais a penitenciaria Anísio Jobim

Após cinco anos de administração do complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) no Amazonas, a empresa Unamizzare deixa o Estado e o que fica é um trágico histórico de massacre. A unidade é a mesma onde 56 presos foram mortos em um massacre há 2 anos. Em maio deste ano, outros 19 presidiários foram assassinados no local.

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Durante sua administração no Amazonas a Umanizzare totaliza 119 presos mortos em presídios, incluindo a segunda maior matança da história do país em presídios no ano de 2017, somada a última ocorrida em maio deste ano.

Este total revela até, que passou do maior número de assassinatos ocorrido em série já registrado no Brasil, que foi em 1992 no Carandiru, deixando 111 mortos.

Nova administração

Após o governo do Estado dispensar uma licitação de R$ 32.009.076,00. A empresa da Bahia, Reviver Administração Prisional Privada Ltda, assumiu a cogestão da cadeia, no dia 10 deste mês, em caráter emergencial.

Com o fim do contrato da Umanizzare, a nova empresa contratada realizará a cogestão do Compaj e a transição, até que uma nova licitação seja lançada.

A previsão é de que o lançamento do novo processo licitatório seja no mês de agosto deste ano.

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