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Aliados apostam em propaganda partidária e viagens para alavancar candidatura de Doria

Aliados apostam em propaganda partidária e viagens para alavancar candidatura de Doria

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Um dos primeiros a se apresentar para a corrida presidencial deste ano, João Doria não avançou nas pesquisas e vê aumentar no PSDB a pressão para que se viabilize eleitoralmente. Para aliados, a estagnação do tucano está relacionada à fragilidade de sua política de comunicação.

Políticos próximos a Doria, porém, dizem crer que ele pode começar a reverter o quadro em meados de abril, com o início da propaganda partidária no rádio e televisão. O PSDB será um dos partidos com mais tempo de TV, com 40 inserções de 30 segundos ao longo do primeiro semestre.

Embora o PSDB não possa usar o espaço para pedir votos diretamente para Doria, sob pena de infringir a lei eleitoral, a legenda pretende explorar sua imagem, a fim de torná-lo mais conhecido fora do Sudeste. A ideia é usá-lo para demarcar a posição da agremiação em temas políticos de repercussão.

O PSDB pediu ao TSE para que as suas inserções sejam concentradas em abril e maio. “Sempre dentro do permitido pela legislação eleitoral, o PSDB usará as inserções partidárias para apresentar o trabalho que vem fazendo pelo Brasil“, diz em nota o partido.

É também a partir de abril que Doria dará início a uma peregrinação pelo país. O governador de São Paulo já afirmou publicamente que pretende se desincompatibilizar do cargo em 31 de março e, logo em seguida, dar fôlego à pré-campanha com um giro pelo Nordeste, onde o eleitorado tem preferência por Lula e Jair Bolsonaro.

Na avaliação de aliados, não faltarão vitrines. Para além do protagonismo do tucano no início da vacinação contra a Covid-19 no país, entusiastas da candidatura de Doria apontam como um dos trunfos o crescimento da economia de São Paulo — o PIB acumulado do estado saltou 7,5% entre 2019 e o terceiro trimestre de 2021. Além disso, citam a expansão do modelo de escolas estaduais em período integral. O número de unidades com o programa passou de 417, em 2019, para 2050, em 2022.

“A partir de abril, com a definição de partidos e federações e desincompatibilizações, as coisas começam a se definir“, aposta o senador Izalci Lucas, do PSDB. “O jogo começa quando estão definidos os jogadores. Por enquanto, estamos no aquecimento“, emenda.

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