Cidades brasileiras como Manaus registram atos em apoio ao governo Bolsonaro

Cidades brasileiras como Manaus registram atos em apoio ao governo Bolsonaro

Cidades brasileiras como Manaus registram atos em apoio ao governo Bolsonaro

Ao menos 156 cidades em 26 estados e no Distrito Federal tiveram protestos entre a manhã e a tarde deste domingo (26) em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de medidas do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.

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As convocações ganharam força após os protestos em defesa da educação do último dia 15, contra os cortes anunciados pelo governo para os ensinos superior e técnico federais.

Grupos de manifestantes saíram em passeatas e carreatas a partir desta manhã levando bandeiras do Brasil e faixas com frases de apoio a propostas apresentadas pelo governo de Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, os atos eram pacíficos.

Os manifestantes se reuniram na Ponta Negra com cartazes e bandeiras do Brasil. Segundo organizadores, 10 mil pessoas participam do ato. A Polícia Militar não informou a estimativa de público presente.

O grupo chegou ao local por volta das 15h30. Cerca de uma hora depois, líderes da organização do evento subiram em carros de som e discursaram sobre as reformas propostas pelo presidente Jair Bolsonaro.

O ato durou cerca de duas horas. Às 17h40, os organizadores anunciaram o fim do evento e o público começou a se dispersar. Atos semelhantes aconteceram em mais de 20 estados e no Distrito Federal.

Bolsonaro fala em ‘recado’ para quem temia ‘velha política’

Neste domingo, por volta de 20h40, 156 cidades em todos os 26 estados e no Distrito Federal tinham tido protestos. No dia das manifestações em defesa da educação, às 19h30, 222 cidades de todos os 26 estados e do Distrito Federal tinham registrado atos.

Ao participar de culto no Rio de Janeiro ainda durante a manhã deste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse que as manifestações pró-governo são um “recado” aos que “teimam com velhas práticas” e, segundo afirmou, não permitem que o “povo se liberte”. O presidente disse que a manifestação era “espontânea”, tinha pauta definida e respeitou leis e instituições.

Fonte: G1

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