Com poucos recursos, Bolsonaro enfrenta limitações na pré-campanha

Com poucos recursos, Bolsonaro enfrenta limitações na pré-campanha

Mesmo antes do início oficial da corrida ao Planalto, aliados do pré-candidato pelo PSL, Jair Bolsonaro, admitem limitações pelo escassos recursos financeiros.

Por enquanto, Bolsonaro planeja gastar R$ 1 milhão na disputa. Não fala se sairá do próprio bolso. O valor, no entanto, pode mudar a depender de outros fatores como as doações.

Mesmo se o valor disponível aumentar, o candidato começará muito atrás de adversários de legendas mais estruturadas. O PSDB, de Geraldo Alckmin, por exemplo, promete desembolsar R$ 70 milhões para o tucano, limite de gasto permitido para campanha presidencial.

Já o PSL, de Bolsonaro, fala que destinará “pouca ou nenhuma” verba para o militar gastar no pleito.

Com recursos insipientes, poucas alianças a siglas maiores e uma equipe reduzida de assessoramento, o militar enfrenta obstáculos.

O próprio Bolsonaro havia falado que não deverá se licenciar de seu mandato como deputado federal por questões financeiras.

“Não pretendo me licenciar. Vou viver como? Não tenho dinheiro para nada. Vou cumprir o mínimo de presença na Câmara. É um direito meu. Me preparei para fazer campanha com R$ 1 milhão. Não preciso mais do que isso. Vou de avião de carreira, sempre dormi na casa de amigos ou hotel 3 estrelas. Como cachorro quente”, disse.

Mesmo com poucos recursos, Bolsonaro aparece à frente de pesquisas de intenção de voto em cenários sem Lula (PT). Também é 1 dos pré-candidatos que mais têm rodado o Brasil durante a pré-campanha. A conta é que ainda não passou por apenas 7 Estados, como Bahia, Sergipe e Acre.

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