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Deputado Carlos Jordy é alvo da Operação Lesa Pátria

Deputado Carlos Jordy é alvo da Operação Lesa Pátria

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), é um dos alvos da 24ª fase da Operação Lesa Pátria, deflagrada nesta quinta-feira (18), pela Polícia Federal.

A ação visa identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram atos ocorridos entre outubro de 2022 e o início de 2023, no interior do estado do Rio de Janeiro.

Em comunicado, a PF informou que estão sendo cumpridos dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), oito no estado do Rio de Janeiro e dois no Distrito Federal.

“Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa e incitação ao crime”, disse a PF.

Os agentes da Polícia Federal fizeram buscas no gabinete de Carlos Jordy na Câmara dos Deputados e em endereços ligados a ele no Distrito Federal e no Rio de Janeiro.

As investigações continuam em curso e a Operação Lesa Pátria é permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais cumpridos e pessoas capturadas.

A Operação Lesa Pátria

Deflagrada para identificar pessoas que planejaram, financiaram e incitaram os atos de 8 de janeiro de 2023, quando vândalos invadiram as sedes dos Três Poderes em Brasília.

Segundo balanço divulgado pela Polícia Federal, foram cumpridos pelo menos 97 mandados de prisão preventiva e 323 mandados de busca e apreensão (incluindo os expedidos nesta quinta-feira, 18). Até o momento, foram apreendidos 11,6 milhões de reais em bens, 5,03 milhões de reais em veículos e 8,4 milhões de reais em ônibus utilizados para levar manifestantes a Brasília.

A Lesa Pátria também fez 1.393 prisões em flagrante em decorrência dos atos de 8 de janeiro nos dias que sucederam aos ataques.

Reação de Carlos Jordy

Nas redes sociais, o líder da oposição na Câmara, deputado Carlos Jordy, criticou a nova fase da Operação Lesa Pátria, afirmando que “estamos vivendo em uma ditadura”.

“É inacreditável o que nós estamos vivendo. Esse mandado de busca e apreensão determinado pelo ministro Alexandre de Moraes é uma constatação de que estamos vivendo em uma ditadura. Eu, em momento algum do 8 de janeiro, incitei, falei para as pessoas que aquilo era correto. Em momento algum estive nos quartéis-generais e nunca apoiei nenhum tipo de ato anterior ou depois do 8 de janeiro”, disse.

“Não há nenhuma postagem minha, não há nada que possa ser colocado contra mim e que justifique essa medida autoritária”, disse acrescentou.

Fonte: O Antagonista

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