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Ex-suplente de Braga, é condenado por bater em Luiza Brunet

Ex-suplente de Braga, é condenado por bater em Luiza Brunet

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o empresário Lírio Parisotto por agressão a sua ex-mulher, a modelo Luiza Brunet. Parisotto foi o 2º suplente do senador Eduardo Braga (MDB) em seu primeiro mandato de 2010 a 2018.

A decisão, publicada na terça-feira (15), foi motivo de comemoração para a vítima. Em agosto, Luiza, havia informado que entraria com recurso no STJ, contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que entendeu que a ex-modelo não tem direito à metade do patrimônio do ex.

“A luta é difícil e longa, mas não vamos desistir dos nossos direitos”, disse Luiza, que parabenizou a decisão judicial e espera que o caso sirva de exemplo para outras mulheres.

“Fico muito comovida com tudo o que tenho visto e acessado nestes anos sobre mulheres que esperam definição nos seus processos. Sem esperança, [elas] acabam adoecendo, não conseguem seguir em frente. Por isso, com muito orgulho, postei para dizer a todas as mulheres que esperam por justiça que não desistam, não joguem a toalha”.

Entenda o Caso

Em 2016, Luiza acusou Lírio de agressão. O caso ocorreu em Nova York (EUA) e, durante a briga, ela teve quatro costelas quebradas.

No ano seguinte, o empresário foi condenado pelo TJ-SP, onde ele recorreu da decisão, mas perdeu novamente na segunda instância, em 2019.

O empresário apresentou um novo recurso ao STJ, que analisou o caso e confirmou a condenação no dia 15, por unanimidade.

“O STJ disse que Lírio praticou efetivamente o crime contra Luiza e que este tipo de atitude é repugnante”, explicou o advogado Pedro Egberto da Fonseca Neto que é o responsável pela defesa da modelo.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Lírio Parisotto, mas não obteve retorno até a publicação deste texto.

“Ele até pode insistir na interposição de recursos, como lhe faculta a lei. Mas com esse julgamento, a Justiça Brasileira reitera, de maneira contundente, que a agressão contra mulher é crime e merece reprimenda a altura, principalmente para aquele que chamou a Lei Maria da Penha de ‘Leizinha Vagabunda’”, afirmou Brunet nas redes sociais.

Fonte: Noticia da tv

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