O mundo já esqueceu as lições de 2008: um grande crash nas bolsas vem aí e vai ser muito pior

O mundo já esqueceu as lições de 2008: um grande crash nas bolsas vem aí e vai ser muito pior

QUATRO TRILHÕES DE DÓLARES sumiram das bolsas de valores no mundo todo na última segunda. A queda do Dow Jones foi a pior em seis anos. O índice que reúne as 100 principais empresas da bolsa de Londres não via números tão ruins em dez meses. Mesmo a resiliente Bovespa, que sobe até depois da nota de crédito do Brasil ser rebaixada, caiu 2,5%. Nesta quinta-feira, nova porrada, com quedas expressivas – chamadas de mini-crash – nas principais bolsas do mundo. Em apenas dois pregões, a prática se mostrou muito diferente do que foi dito no frio de Davos, duas semanas atrás, quando a elite financeira mundial proclamou 2018 o ano do otimismo. Os mercados deram um sinal de que não é bem assim.

Como definir o que virá quando tudo virar de pernas pro ar? “Vai ser agonizante”, aposta Forester.

A queda é um indicativo do que parece cada vez mais inevitável, estamos próximos de um crash nas bolsas mundiais, de proporções ainda não mensuráveis. Na terça-feira, analistas passaram o dia tentando entender o derretimento dos mercados com seus humores confusos e não parecem ter chegado a conclusão nenhuma.

Há pelo menos dois anos, não só os pessimistas de sempre, mas também os menos alarmistas como o gestor suíço Marc Faber e o americano Tom Forester, alertam que uma nova crise vem aí. Michael Burry, que adivinhou o estouro da bolha imobiliária americana em 2008 e é interpretado por Christian Bale no filme “A Grande Aposta”, é outro.

Como definir o que virá quando tudo virar de pernas pro ar? “Vai ser agonizante”, aposta Forester.

Deixe um comentário