Opinião | Érico Desterro é eleito presidente do Tribunal de Contas do Amazonas

Opinião | Érico Desterro é eleito presidente do Tribunal de Contas do Amazonas

Opinião | Érico Desterro é eleito presidente do Tribunal de Contas do Amazonas

Pleito marca derrota de Braga, que trabalhou pela vitória de Júlio Pinheiro

Na eleição da OAB, Jean Cleuter vence de goleada

Marcelo Amil confirma candidatura a governador pelo PSOL

Superintendente da Suframa diz que cargo é político e passageiro

Polsin pode ser exonerado do comando da autarquia

Arthur comemora aniversário em giro pelo nordeste e sudeste em prévias presidenciais

‘Depois da Lei do Gás, é hora de explorar o Potássio’, afirma Fausto Jr. em artigo

Dias Toffoli afirma que STF age como poder moderador e que Brasil vive semipresidencialismo

Perfil técnico

O conselheiro Érico Desterro foi eleito ontem (16), presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) para o biênio 2022-2023. Esta será a segunda vez que ele comandará a Corte. A última foi entre 2012 e 2013.

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A conselheira Yara Amazônia ficou como vice-presidente, Ari Moutinho será o corregedor-geral, Josué Neto ocupará o cargo de ouvidor e o atual presidente, Mario de Mello, coordenará a Escola de Contas.

Servidor de carreira do Tribunal, Desterro tem um perfil politicamente neutro e extremamente técnico. Na última vez que presidiu o TCE-AM, o órgão recebeu grande destaque pela celeridade nas atividades exercidas e processos julgados.

A posse deverá ocorrer na primeira sessão de 2022 do Tribunal Pleno.

Revés de Braga

O êxito de Desterro marca mais um revés do senador Eduardo Braga (MDB) que
tentou articular, nos últimos dias, a vitória do conselheiro Júlio Pinheiro.

Érico Desterro teve seis votos e Pinheiro apenas o seu próprio, ou seja, o prestígio do parlamentar emedebista anda em baixa entre os conselheiros.

Progresso da Corte

Ao ser eleito, Érico Desterro agradeceu pelos seis votos recebidos dos demais conselheiros e destacou sobre os progressos do TCE e do seu propósito de colaborar para que o Tribunal avance cada vez mais.

“Tentarei fazer com que o Tribunal progrida cada vez mais, sobretudo unido, coeso, com um grande propósito em mente, o de cumprir rigorosamente as suas competências profissionais da forma mais adequada, respeitando os princípios constitucionais. Espero contar com o apoio e a confiança de todos da Corte de Contas para que isso possa acontecer”, disse.

Goleada

Por falar em eleição, Jean Cleuter foi eleito presidente da Ordem dos Advogados do Brasil seccional Amazonas (OAB-AM) com uma ampla vantagem sobre seu adversário, Paulo Maffioletti.

Cleuter teve 3.056 votos (81,58%) contra 690 de Maffioletti (18,42%).

Nas redes sociais, o advogado vencedor no pleito agradeceu a confiança dos colegas: “Muito obrigado Advogados e Advogadas do Amazonas pela confiança em nossa Chapa. A união vai pautar nossa Gestão nesses três anos”.

Políticos participam

Políticos com mandato e sem mandato participaram do pleito da OAB. O ex-governador Amazonino Mendes (sem partido) votou logo no início da votação.

Ele, inclusive, foi recebido com parabéns, já que ontem (16) completou 82 anos.

Além de Amazonino, o deputado Serafim Corrêa e os ex-vereadores Chico Preto (sem partido) e Hiram Nicolau (Solidariedade) também participaram da eleição.

O quarteto votou em Jean Cleuter.

À esquerda

Candidato a prefeito de Manaus pelo PCdoB em 2020, o advogado Marcelo Amil se filiou no PSOL e irá concorrer ao Governo do Estado no próximo pleito.

O anúncio foi feito na segunda-feira (15), por meio de uma live nas redes sociais.
Pelo cenário atual, ele é o único candidato literalmente de esquerda a pleitear o Executivo estadual.

À disposição

Em entrevista ao Programa Meio Dia com jornalista Jefferson Coronel, o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, desconversou sobre uma possível troca no comando da autarquia.

O general do Exército afirmou que tem trabalho muito e não tem tido tempo para intrigas. Destacou, no entanto, que esse é um cargo político, que em ano pré-eleitoral fica cobiçado.

“Na hora que o presidente considerar que eu cumpri minha missão e devo passar a mochila para outro, o cargo estará à disposição e eu vou passar e sairei com a sensação de dever cumprido”, disse.

Nome cogitado

Na semana passada, circulou a informação de que Polsin dará lugar a Luiza Deusdará, que seria uma indicação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e claro, com o dedo de um parlamentar da bancada federal do Amazonas.

Ela possui mais de 11 anos de atuação profissional na administração pública e assessoramento nas áreas de comércio exterior e indústria.

Recentemente, Luiza foi subsecretária de Supervisão e Controle do Ministério da Economia.

Faz anos

Em giro pelas capitais do nordeste e sudeste pelas prévias do PSDB para a disputa presidencial, o ex-prefeito e ex-senador Arthur Virgílio Neto registrou em suas redes sociais a passagem dos seus 76 anos.

“Em Maceió, Salvador, Vitória e Belo Horizonte reforcei aquilo que penso de propostas para o Brasil prosperar, recuperando sua economia e sua credibilidade. Aos 43 anos de vida pública nunca fugi a nenhuma luta e essas prévias representam uma cruzada para mim em defesa da Amazônia, da democracia e por um país mais justo”, disse Arthur.

‘É hora do Potássio’

Em artigo publicado no Direto ao Ponto, o deputado estadual Fausto Jr. (MDB) afirmou que após a Assembleia Legislativa do Amazonas aprovar a Lei do Gás, que vai gerar investimentos de R$ 4 bilhões no Amazonas e 20 mil empregos para aproximadamente 20 municípios do interior, é hora de investir no Potássio.

O mineral, que é a principal matéria-prima para a produção de fertilizantes, pode turbinar a economia do Amazonas aumentando a arrecadação do estado em R$ 10 bilhões por ano em impostos.

“Tenho lutado para destravar junto aos órgãos ambientais dos governos Federal e Estadual a extração do mineral no solo amazonense. Hoje luto como deputado estadual, amanhã quero continuar essa e outras lutas em Brasília, como deputado federal”, afirmou o parlamentar que é candidato a deputado federal em 2022.

Semipresidencialismo

Durante o 9º Fórum Jurídico de Lisboa, em Portugal, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, afirmou que o Brasil vive no semipresidencialismo com um controle de poder moderador exercido pela Suprema Corte.

A fala de Toffoli repercutiu nas redes sociais, sobretudo com críticas, já que a Constituição Federal não prevê este tipo regime, considerando, inclusive, que em 1993 houve um plebiscito onde os brasileiros escolheram que o País é uma República Presidencialista.

 

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