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Opinião | Eduardo Braga recebe apoio de ex-prefeito condenado por homicídio

Opinião | Eduardo Braga recebe apoio de ex-prefeito condenado por homicídio

Arnaldo Mitouso comandou Coari de 2010 a 2011

Pesquisa aponta reeleição de Wilson com 58% dos votos válidos

Arthur Neto vai a Brasília e anuncia apoio a Bolsonaro no segundo turno

Sertanejos também fazem coro pela reeleição do presidente

Bolsonaro venceu o debate

Apoio

Dizem que em política todo apoio é bem-vindo, mas a verdade é que há alguns que mais atrapalham do que ajudam.
E se encaixa perfeitamente nessa realidade o apoio recebido pelo candidato ao Governo do Amazonas, Eduardo Braga (MDB), do ex-prefeito de Coari, Arnaldo Mitouso.

Homicídio

Isso porque o passado de Mitouso literalmente o condena.

Eleito prefeito de Coari em eleição suplementar em 2009, ele não ficou no poder nem dois anos, já que em 2011 foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam) pelo homicídio do ex-prefeito do município, Odair Carlos Geraldo.

O fato ocorreu em 1995, quando Mitouso era vereador.

Tiros

De acordo com os autos do processo, Arnaldo Mitouso disparou dois tiros em Odair e, quando o ex-prefeito já estava no chão agonizando, tentou disparar um terceiro tiro na cabeça dele, mas a arma falhou.

Vídeo

O apoio de Mitouso a Braga foi postado nas redes sociais do filho do ex-prefeito e de Eduardo Braga.

Na gravação, o senador e candidato ao governo do Amazonas aparece ao lado dos políticos e discursa sobre uma “situação desesperadora da segurança” em Coari.

Nas cabeças

Falando em candidato ao Governo do Amazonas, o atual mandatário do Estado, Wilson Lima (União Brasil), segue nas cabeças e, segundo pesquisa da RealTime Big Data divulgada ontem (17), será reeleito com 58% dos votos válidos.

De acordo com o estudo, Wilson tem 58% contra 42% de Braga, uma diferença de 16 pontos.

A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de outubro e ouviu mil pessoas. Com nível de confiança de 95%, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 08416/2022, e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Terceira vez

Esse é o terceiro instituto de pesquisa que apresenta o atual governador 16% à frente do senador emedebista na preferência do eleitorado neste segundo turno.

A Pontual e O Convergente também apontaram Wilson com 58% e Braga com 42%.

Inusitado

Foi no mínimo inusitado a aparição do ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), em Brasília ao lado de Jair Bolsonaro (PL), anunciando apoio à reeleição do presidente da República.

Vale lembrar que até pouco tempo, o tucano era um ferrenho crítico de Bolsonaro, sobretudo na condução da pandemia da Covid-19.

Sertanejos

Leonardo, Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo, Marrone, Chitãozinho e Fernando (da dupla com Sorocaba) foram alguns dos sertanejos que se reuniram com o presidente da República ontem (17), para anunciar apoio à reeleição do atual mandatário da nação.

“Não é sobre nós, é sobre o futuro dos nossos filhos. Não vamos trocar o certo pelo duvidoso”, afirmou o “Imperador”.

“É um prazer estar ao lado do presidente. Tenho muito orgulho de estar junto dele desde o início da campanha. Sou contra várias coisas que estão pregando por aí do outro lado”, disse Leonardo.

Do outro lado

Em setembro o ex-presidente Lula realizou um grande evento no Memorial da América Latina, em São Paulo, onde também recebeu o apoio de outros artistas do país e também de outras nacionalidades.

Dentre os que declararam apoio ao petista estavam Daniela Mercury, Chico Buarque, Caetano Veloso, Lilia Schwarcz, Vladimir Brichta, Júlia Lemmertz, Cláudia Abreu, Mark Ruffalo, Danny Glover, Roger Waters, e Miguel Falabella.

Debate

Sem seus linhas auxiliares e sem William Bonner, o ex-presidente Lula ficou um tanto perdido no debate da Band do último domingo (16).
Bolsonaro massacrou seu adversário, mostrou-se bem mais calmo, soube explorar as fraquezas do oponente e transmitir bem sua mensagem.

Regras flexíveis

As regras mais flexíveis aprovadas entre a produção do programa e representantes das campanhas permitiram aos candidatos condições e espaço para apresentarem seus posicionamentos e suas propostas ao eleitor.

Talvez Lula tenha pensado que poderia mentir em paz, mas aconteceu o contrário: o petista, incapaz de administrar bem o seu tempo (mas quer administrar o país!), acabou deixando Bolsonaro com mais de cinco minutos para uma palestra em horário nobre na reta final.

Desespero

O desespero dos petistas espalhados pelos veículos de comunicação era visível. Todos eles estavam incomodados com o amadorismo de Lula, seu candidato, por permitir esse comício bolsonarista de cinco longos minutos – os mais longos da vida de Lula, provavelmente.

Ali Bolsonaro moeu Lula, com verdades e indagações, refrescando a memória dos telespectadores com os casos de corrupção inesgotáveis da era petista, sem que o adversário pudesse tentar fazer um contraponto.

Escondendo o nome

Bolsonaro também aproveitou para cobrar de Lula o nome do futuro ministro da Economia, caso Lula vença, e o petista fugiu pela tangente novamente.

Ele ainda afirmou na cara de Lula (“fica aqui”) que seu governo desmatou menos que o do PT.

Ponto alto

Outro ponto positivo para Bolsonaro foi a presença de Sergio Moro. Ambos deixaram as diferenças de lado para uma união pelo país, contra a corrupção.

No final, Bolsonaro concedeu entrevista ao lado do ex-juiz e ex-ministro, para reforçar que a Lava Jato está com ele e contra Lula.

A verdade

O governo Lula é indefensável. Toda a mídia de esquerda, no fundo, sabe que defendem o absurdo.

Lula chegou a se gabar de que sobe favela sem colete, esquecendo que ninguém sobe o Complexo do Alemão ou qualquer outra favela, sem autorização do Comando Vermelho, do PCC, ou de outras facções.

A verdade é que Lula e a esquerda sempre protegeram os criminosos, votando contra leis mais duras e promovendo a impunidade, por isso o apoio maciço dessa turma para a sua campanha.

Próximo debate

O desastre foi tanto que Lula só não vai cancelar o debate da Globo pois sabe que lá conta com William Bonner para impedir qualquer constrangimento maior.

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