Opinião | “Precisamos unir a direita no Amazonas”, diz Capitão Alberto Neto

Opinião | “Precisamos unir a direita no Amazonas”, diz Capitão Alberto Neto

Opinião | “Precisamos unir a direita no Amazonas”, diz Capitão Alberto Neto

Deputado revela que já conversou com Romero, Chico e Menezes

Parlamentar diz que voto impresso é uma garantia da democracia

“Preservamos 97% da floresta em pé e agora queremos dignidade, a BR-319 asfaltada e a ZFM forte”, afirma Capitão

União bolsonarista

Eleito com ideais conversadores e na onda de renovação em 2018, o deputado federal Capitão Alberto Neto (Republicanos), sabe que a polarização entre direita versus esquerda será, mais uma vez, uma realidade nas eleições do ano que vem, mas é consciente, também, que o campo progressista terá mais força do que no último pleito, já que terá a presença de Lula (PT) na disputa.

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Por isso, o Capitão quer a união da direita bolsonarista local para que as pautas conservadoras e de defesa da família possam ter defensores na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Câmara Federal e Senado.

“A falta de união fez com que a gente perdesse a eleição da Prefeitura de Manaus ano passado e isso não pode acontecer novamente em 2022”, afirmou.

Diálogo

Atualmente na condição de vice-líder do Governo na Câmara dos Deputados, Alberto Neto revelou, com exclusividade ao Direto ao Ponto, que tem conversado com políticos conservadores do Amazonas, claro, pensando em uma aproximação eleitoral no ano que vem.

“Já conversei com o Romero, Chico Preto e almocei com o Menezes. De maneira inicial, estamos trabalhando a união para fortalecer a campanha do presidente e para que a direita tenha mandato em todos os cargos. 2020 foi a prova que a direita tem que estar unida”, destacou.

“Estou bem no Republicanos”

Indagado sobre a permanência no Republicanos, partido pelo qual foi eleito em 2018 e disputou a Prefeitura de Manaus em 2020, o parlamentar disse que se sente bem na sigla e que, por ora, não está pensando em mudanças.

“Estou bem no Republicanos. É um partido de direita, conservador, da família. Essa questão partidária eu vou deixar para o próximo ano”, afirmou.

Defesa do voto impresso

Por falar em eleição, Alberto Neto foi enfático na defesa da aprovação da PEC 135/2019, que visa instituir o voto impresso auditável a partir das eleições do ano que vem. Segundo ele, a pauta não é direita nem de esquerda, mas tem o objetivo de fortalecer a democracia.

“Pensar no voto auditável é uma garantia da democracia, independentemente de partido, se é de direita ou esquerda.

Você votar numa urna eletrônica e poder ter a contraprova, poder auditar essa urna, é uma garantia à democracia”, avaliou.

Por dignidade

Ao falar sobre a BR-319, o deputado subiu o tom nas críticas ao que chamou de “militância ambientalista” e lembrou que o Amazonas preserva 97% da floresta em pé, sendo um exemplo para o mundo.

“A questão ambiental tem que ser desmistificada. O Amazonas não está em chamas. O Amazonas tem 97% de sua floresta preservada e agora nós queremos dignidade. A BR-319 já existe e há uma militância ambientalista que prejudica que ela seja asfaltada. Esse é um sonho que precisa ser realizado e nós sempre cobramos o Governo Federal”, afirmou.

Reforma tributária

O político afirmou ainda, que a Reforma Tributária é uma pauta que precisará de poder de articulação da bancada do Amazonas, uma vez que tem relação direta com os incentivos da Zona Franca de Manaus (ZFM).

Ele disse ser favorável a uma reforma gradual e lembrou que foi enviado pelo Governo Federal ao Congresso a unificação do PIS e Cofins, que, segundo ele, é um tributo difícil de entender e que atrapalha o empresariado.

“O ambiente de negócio no Brasil é muito caro e simplificar esse manicômio tributário que temos é a primeira missão”, falou.

Cutucada no PT

Por fim, Alberto Neto disse ter consciência de que muitas pessoas se afetam com as falas ásperas de Bolsonaro, mas acredita que quando chegar o segundo turno, os eleitores vão comparar o presidente com Lula, e darão mais uma chance ao atual governo.

“Tem uma porcentagem do eleitorado que é fã do Lula, mas maioria da nação não quer o PT de volta e no segundo turno isso vai favorecer o presidente. Ninguém aceita mais a roubalheira do PT”.

 

 

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