Opinião | Moro está no jogo e admite ser candidato a presidente em 2022

Opinião | Moro está no jogo e admite ser candidato a presidente em 2022

Opinião | Moro está no jogo e admite ser candidato a presidente em 2022

Ex-juiz da Lava Jato pode anunciar filiação em novembro

PEC anti-Moro entra em pauta no segundo semestre

Bolsonaro pode se filiar ao PP de Átila Lins e Belão

Briga de Omar com Bolsonaro vai do UFC animal à lenda amazônica

Moro candidato

Integrantes do Podemos e empresários afirmam que o ex-ministro da Justiça e ex-juiz federal Sergio Moro deverá ser candidato a presidente da República em 2022.

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Recentemente o ex-juiz da Lava Jato esteve em Brasília, onde teve reuniões para tratar do seu futuro político.

Apoios

Mas, antes de tomar uma decisão, Moro avalia quais grupos políticos encampariam o seu projeto.

Até o momento, o Podemos é o principal partido interessado em apoiar a possível candidatura do ex-juiz.

Alternativa

Para os senadores do Podemos do Paraná, Álvaro Dias e Oriovisto Guimarães, Sergio Moro seria a terceira via que o Brasil tanto precisa.

Para Oriovisto, este é o momento das pessoas que acreditam em Moro, como alternativa para 2022, buscarem apoios.

“Estamos vivendo em uma democracia; e democracia é o pensamento livre. Temos aqueles que querem a volta do Lula e eles têm todos os direitos do mundo de buscarem isso. Temos aqueles que querem a permanência do Bolsonaro, e isso também é justo. Mas existem milhões de brasileiros que não querem nenhum nem outro. Nosso grupo acredita que o Moro seria uma boa opção e estamos nessa luta”, diz o senador.

3ª via

No início deste mês, pesquisa do Instituto Ipsos encomendada pelo presidente do Democratas, ACM Neto, mostrou Moro em terceiro lugar nas intenções de voto da pesquisa estimulada.

Atrás de Bolsonaro e Lula.

Em outras pesquisas Moro já aparece na casa dos dois dígitos, dentro da margem de erro.

Dia D

Segundo aliados, Moro pretende aguardar os próximos meses para analisar o desfecho das investigações da CPI da Covid no Senado. E prometeu informar em novembro se vai ou não se candidatar à presidência.

PEC anti-Moro

O ex-juiz ainda terá muitas dificuldades caso queira sair candidato. Isso porque tramita no Congresso Nacional uma PEC que propõe vetar a participação de militares, policiais, juízes, ex-juízes e procuradores da disputa eleitoral por até oito anos. Um tipo de ‘quarentena eleitoral’, que pode ser aprovada de maneira retroativa para barrar a candidatura de Moro.

A frente da Lava Jato ele colecionou desafetos na esquerda e no centrão. Além disso, o projeto tem a simpatia de muitos bolsonaristas.

E quem é o grande articulador da manobra? O presidente da Câmara e bolsonarista Arthur Lira (PP).

Sim, o Brasil não é para amadores…

Bolsonaro no PP

A confirmação do senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas (PP), na Casa Civil pode ser o prenúncio da filiação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao partido para disputar as eleições de 2022.

No Amazonas, o partido é comandado pelos deputados Átila e Belarmino Lins. E tem como outros expoentes o ex-prefeito cassado de Coari, Adail Filho e sua irmã, a deputada Mayara Pinheiro.

Do UFC animal para lenda amazônica

Ainda sobre a briga entre Bolsonaro e Omar, ontem o senador saiu dos xingamentos animais para invocar o índio Ajuricaba e se auto intitular o príncipe da resistência contra o presidente.

“Se o macaco guariba acha que vai fugir da onça nomeando senador para ministério, ele precisa conhecer a história de Ajuricaba. Procurem saber!”

Suicídio

Ajuricaba é símbolo de resistência dos índios à ocupação e opressão portuguesa no Amazonas e considerado príncipe da tribo dos Manaós.

Reza a lenda que o cacique Ajuricaba, preso pelos portugueses, negando-se a servir como escravo, se suicidou atirou-se nas águas do Rio Amazonas.

Até ontem, a história e analogias usando Ajuricaba, era quase que exclusivamente usada pelo ex-prefeito Arthur Neto, adversário político de Omar Aziz. Agora parece que entrou no leque do presidente da CPI da Covid.

“É muito cacique para pouco índio.”

 

 

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