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Opinião | DNIT no comando de Alfredo Nascimento

Opinião | DNIT no comando de Alfredo Nascimento

Competência para administrar BR-319 sai do Amazonas e vai para Rondônia

Departamento é alvo de críticas da oposição por conta da BR-319

Caprichoso vence o Festival em dia de ‘debandada’ no Garantido

Levantadores de toada do boi vermelho deixam a agremiação

Wilson e David assinam convênio para conservação de parques na capital

Prefeito de Manaus vai para fila e toma a quarta dose da vacina

Bolsonaro escolhe general Braga Netto como vice na chapa de reeleição

Moro lidera corrida para o Senado no Paraná

Dallagnol diz que vota em Bolsonaro no segundo turno

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Ônus e bonus

Ser presidente regional do partido do presidente da República, além de ser uma baita responsabilidade, obviamente tem suas benesses. E Alfredo Nascimento tem experimentado os dois lados da moeda.

Ao passo que se esforça para atender os anseios dos bolsonaristas locais e organiza as chapas proporcionais, também ganha “mimos”, como por exemplo, o comando da superintendência regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT).

Aliado

O departamento, que num passado recente ajudou Nascimento a se cacifar para a disputa vitoriosa de deputado federal, está nas mãos de Luciano Moreira de Sousa Filho, aliado do presidente do Partido Liberal no Amazonas.

E isso não só pode como dever culminar em ganhos eleitorais, pois O DNIT historicamente é um órgão com bastante penetração no interior, sobretudo em relação aos portos — o que ajuda a alavancar candidaturas.

Tentativas

Tanto que ao longo do governo Bolsonaro, vários políticos tentaram – uns com e outros sem sucesso – comandar de alguma maneira o órgão. Na lista figuram: o senador Eduardo Braga (MDB) e os deputados federais Marcelo Ramos (PSD), Delegado Pablo (União Brasil), Capitão Alberto Neto (PL) e até mesmo Coronel Menezes (PL).

Críticas

Por falar em Ramos, ele fez duras críticas ao DNIT por transferir para a superintendência de Rondônia a administração de 500 quilômetros da BR-319 que fica em território amazonense.

Segundo o parlamentar, essa é mais uma prova de que a gestão de Bolsonaro não tem o menor interesse na pavimentação da rodovia.

“Não vou me calar diante da falta de compromisso do governo federal com a BR-319! Além de prometer concluir a BR, sem ter colocado sequer um milímetro de asfalto na rodovia, o governo transferiu a competência da estrada pro DNIT de Rondônia”, disse.

Sem sucesso

Essa decisão, inclusive, também foi mal recebida pelos aliados do Palácio do Planalto.
O próprio Alfredo Nascimento tentou via Valdemar da Costa Neto – presidente nacional do PL – que o diretor-geral do DNIT, general Antônio Leite dos Santos Filho, revisse a decisão.
Até o momento, no entanto, não houve êxito.

Contratos milionários

Mais do que a competência para asfaltar, o que está em jogo são contratos milionários que regem a manutenção do trecho do meio e mais crítico da BR-319, com obras de reconstrução de pontes de madeira, recuperação de bueiros e tapa-buracos de atoleiros, que todos os anos precisa de reparos para garantir a trafegabilidade na rodovia.

E com a chegada do verão amazônico, as obras e os contratos passam a ser administrados pelo DNIT de Rondônia.

Azulou

E deu o esperado. O Caprichoso se sagrou campeão do 55º Festival Folclórico de Parintins.

Com o tema “Amazônia Nossa Luta em Poesia”, o bumbá chegou ao seu 24º título.
E, apesar da grande diferença na apresentação das três noites, a diferença de pontuação para o Garantido foi até pequena: 1.259,3 contra os 1.258,5.

Debandada

Além de perder a disputa, o Garantido teve uma debandada que deixou os torcedores do boi vermelho preocupados.

Os três levantadores de toadas da agremiação – Sebastião Junior, David Assayag e Edilson Santana – decidiram deixar o posto antes mesmo da apuração começar.

O motivo é a insatisfação com a gestão do presidente Antônio Andrade, acusado de desmontar a estrutura do boi por questões políticas.

Gestão e conservação

Em mais uma parceria, o governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), e o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), assinaram ontem (27), um convênio de mais de R$ 10 milhões para gestão e conservação de 12 parques e 19 praças construídos pelo Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+).

A partir do convênio, o Governo destinará recursos para a Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) administrar a manutenção dos espaços que, até então, estavam sob a gestão do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb).

Imunizado

Falando em David Almeida, o prefeito de Manaus compareceu, na manhã de ontem (27), à Unidade de Saúde da Família (USF) do Morro da Liberdade para tomar a quarta dose da vacina contra o coronavírus.

O chefe do Executivo Municipal enfrentou uma pequena fila e foi atendido sem prioridade, como toda a população que lá esteve.

“Hoje tomei a quarta dose da vacina e convido também a população acima de 40 anos a comparecer aos nossos mais 50 pontos de vacinação para fazer sua imunização e ter o esquema vacinal completo. Os casos de Covid-19 aumentaram exponencialmente na nossa cidade e é necessário que as pessoas procurem as unidades de saúde para tomar vacina”, enfatizou.

Vice definido

Surpreendendo a interlocutores e membros do alto escalão do Governo Federal, o presidente Jair Bolsonaro (PL) confirmou na noite do último domingo (26), em entrevista ao Programa 4 por 4, que o general Braga Netto será seu vice na chapa de reeleição.

Normalmente, a definição final da chapa fica para as convenções, que acontecem no final de julho e início de agosto, mas o mandatário da nação “queimou a largada”.

Alternativa

A ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina, também era cotada para ser a indicada. Ela, inclusive, era a aposta do Centrão. No entanto, Tereza foi preterida e focará agora na sua candidatura ao Senado pelo estado de Moto Grosso do Sul.

Déjà Vu

Assim como foi em 2018, uma mulher foi cotada como vice de Bolsonaro e preterida por um general do Exército.

Há quatro anos, a hoje deputada estadual por São Paulo, Janaína Paschoal era cotada, mas foi substituída por Hamilton Mourão.

No topo

O ex-ministro Sergio Moro (União Brasil) lidera as intenções de voto para o Senado no Paraná em todos os cenários, de acordo com a pesquisa Realtime BigData divulgada nesta ontem (27).

Esse é o primeiro estudo com o ex-ministro no Paraná. Contra o senador Álvaro Dias (Podemos), o atual ocupante da cadeira no parlamento, o ex-juiz da Lava Jato vence com 30%, enquanto Dias fica com 23%.

Em cenário sem o senador do Podemos, Moro tem 41% contra 8% de Paulo Eduardo Martins (PL) e Dra. Rosinha (PT).

Voto

Por falar em Lava Jato, o ex-procurador da República, Deltan Dallagnol, publicou em sua página no Facebook ontem (27), que apoiará a reeleição de Jair Bolsonaro em um eventual segundo turno contra o ex-presidente Lula.

“Por mais que eu não goste de muitas atitudes do atual governo, simplesmente não há nada pior e mais ameaçador para o futuro do Brasil do que o PT e o ex-presidente Lula voltarem para a cena do crime”, disse em resposta a um seguidor.

O ex-procurador é hoje pré-candidato a deputado federal pelo Podemos no estado do Paraná.

 

 

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