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Opinião | Deputado do Amazonas pede que população serre escadas da Amazonas Energia

Opinião | Deputado do Amazonas pede que população serre escadas da Amazonas Energia

Concessionária segue descumprindo decisão judicial

Pino: funcionários do boi vermelho e branco incendeiam Cidade Garantido

Presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas preside última sessão

Vereador Amom repreende avô, que é desembargador: “foi induzido ao erro”

Com 30 assinaturas, senadores protocolam pedido de abertura da CPI do MEC

Omar Aziz e Eduardo Braga querem investigar Educação

Plínio quer CPI das ONGs e do narcotráfico antes de CPI do MEC

País gerou 277 mil empregos com carteira assinada em maio

Homicídios caem 6,5% no Brasil, menor patamar em 11 anos

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No serrote

Conhecido por não fugir de uma boa briga, o deputado estadual Sinésio Campos (PT) há algum tempo escolheu a Amazonas Energia como adversária e desde que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a concessionária, passou a denunciar as irregularidades cometidas pela empresa.

Ontem (28), durante os debates na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), o petista deu um conselho no mínimo inusitado aos manauaras: serrar as escadas dos funcionários que forem fazer a instalação dos medidores aéreos.

“Se essa empresa ousar colocar medidores aéreos, que é proibido, que a população serre a escada como já aconteceu no Alvorada”, disse.

Suspensa

Por decisão do desembargador Lafayette Carneiro Vieira Junior, a instalação dos medidores nos postes de energia está suspensa.

O entendimento do magistrado é que a instalação dos medidores aéreos causa dano reverso aos consumidores lesados pela implantação de novo sistema de leitura do consumo de energia, sem que estes de fato tivessem cumprido com todos os requisitos exigidos pela Aneel.

Teimosia

Mesmo com essa decisão, a Amazonas Energia segue fazendo a instalação do equipamento em zonas da cidade, desafiando o poder público e a paciência da população.

Revolta

Revoltados com o “pino” que tomaram do Boi Garantido, os kaçauerés (empurradores de alegoria) tocaram fogo no resto de material espalhado na Cidade Garantido, que é a sede da agremiação folclórica.

Segundo fontes em Parintins, são cerca de 100 trabalhadores nesta situação.

Reincidência

Essa não é a primeira vez que isso acontece com o boi vermelho.

Em julho de 2020, por exemplo, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) determinou que a Cidade Garantido fosse leiloada para quitar dívidas com 170 funcionários.

Ou seja, a agremiação não respeita aqueles que dão, de fato, o sangue em prol do bumbá.

Adeus

A sessão do pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) ontem (28), foi a última do desembargador Domingos Chalub no comando do órgão, que a partir da próxima segunda-feira (4) passará a ser comandado pelo desembargador Flávio Pascarelli.

Após os julgamentos pautados, a desembargadora Graça Figueiredo parabenizou Chalub por sua gestão ter enfrentado as dificuldades trazidas pela pandemia de covid-19, contornado-a de forma sábia, tendo ainda a atuação e apoio das desembargadoras Carla Reis (vice-presidente) e Nélia Caminha Jorge (corregedora-geral).

Caso de família

Falando em Chalub, o neto dele — o vereador de Manaus Amom Mandel (Cidadania) — ficou chateado com a decisão do magistrado de suspender o bloqueio de R$ 3 milhões nos cofres do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) e determinar o retorno da troca dos equipamentos do sistema de bilhete eletrônico.

O parlamentar afirmou que o avô foi induzido ao erro: “Não concordo com o que está acontecendo e não concordo ainda mais com a decisão do meu avô”, disse o vereador.

CPI do MEC

Com as assinaturas de Eduardo Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD), os senadores de oposição protocolaram ontem (28), o pedido para que seja instalada a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do MEC.

O objetivo será investigar as suspeitas relacionadas à facilitação do acesso a verbas do Ministério da Educação e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) com a intermediação de pastores.

Bolsonaro na mira

Entre outros pontos, a CPI no Senado pretende investigar o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, e também o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Além deles, os pastores e outras pessoas que possam ter relação com as denúncias podem ser investigados na CPI.

“Tenho lado”

Em suas redes sociais o senador Eduardo Braga reafirmou que assinou o requerimento de abertura da CPI do MEC na semana passada e que vai manter sua assinatura.

“Estou ao lado da democracia e dos que acreditam na necessidade de investigação, transparência e justiça no Ministério da Educação.”, afirmou o senador.

Esquerda

A cada dia Braga (MDB) e Omar Aziz (PSD) estão mais alinhados com a pauta, a narrativa da esquerda e o palanque de Lula (PT).

Ambos participaram ano passado da CPI da Covid, o emedebista como membro e o psdbista como presidente da Comissão.

Os senadores ainda não emitiram posição em relação a suas participações diretas como membros desta nova CPI, até porque os dois são pré-candidatos, um a governo do Amazonas e outro a reeleição ao Senado.

Isso pode dificultar suas participações como membro, por conta da campanha no Amazonas, que exige muito dos candidatos, principalmente no interior, onde a internet é precária e a presença física pode fazer a diferença.

Ordem de chegada

Senadores governistas pediram ontem (28) que outros requerimentos de instauração de comissões parlamentares de inquérito sejam levados em conta antes da CPI do MEC.

A ideia é cobrar isonomia do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), depois de ele ter sinalizado a senadores que estaria disposto a abrir imediatamente a comissão para investigar irregularidades no MEC.

ONGs e Narcotráfico

Pedidos de abertura da CPI das ONGs na Amazônia, do narcotráfico e de obras inacabadas no campo da educação, que já haviam sido feitos, foram reiterados ontem, mesmo dia em que a CPI do MEC foi protocolada.

Os senadores pedem que se respeite a fila de antiguidade de CPIs prontas para instalação.

Privilégios

Em suas redes sociais, o senador Plínio Valério (PSDB) disse que a hipótese de ser mais uma vez atropelada a ordem dos pedidos de CPI no Senado, traria a dolorosa impressão de que existem senadores mais importantes do que outros, o que seria profundamente negativo para o parlamento brasileiro.

“Enviei oficio ao presidente Rodrigo Pacheco reiterando pedido para respeitar a cronologia e instalar na frente a CPI das ONGs, de minha autoria, com 31 assinaturas e já lida em plenário desde o ano passado.”, disse o senador do Amazonas.
Até agora Pacheco não disse o que fará.

Mais empregos

O País gerou 277 mil empregos com carteira assinada em maio, já descontadas as demissões, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

O número, informado ontem (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência, é 40% maior que o de abril (197,4 mil vagas) e ficou 4% acima do saldo de maio de 2021 (266,4 mil).

Segundo o Novo Caged, o total de empregados com carteira assinada no país chegou a 41,7 milhões. Todos os estados do país registraram mais contratações que demissões no mercado formal em maio, e em 22 deles o saldo de empregos formais foi melhor que o de abril.

Queda dos crimes

O Brasil apresentou queda de 6,5% no número de mortes violentas intencionais (homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais) em 2021.

Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública e foram divulgados nesta terça-feira (28).

Pará em alta

No mesmo levantamento, o Pará apareceu negativamente, já que entre as 30 cidades mais violentas do Brasil, sete ficam no estado vizinho.

Do Amazonas, apenas Japurá aparece na lista. O município ocupa a 14ª colocação.

O levantamento leva em consideração o número de mortes violentas para cada 100 mil habitantes.

 

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