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Direto ao Ponto Pesquisas: David Almeida, 29,3%; Amom Mandel, 24,2%; Roberto Cidade, 10,4%

Direto ao Ponto Pesquisas: David Almeida, 29,3%; Amom Mandel, 24,2%; Roberto Cidade, 10,4%

Eleição para prefeito será definida em dois turnos

Disputa aberta: 68,2% do eleitorado ainda não tem candidato à prefeito de Manaus

Direto ao Ponto Pesquisas é o sétimo instituto de pesquisa eleitoral que dá vitória de David Almeida

Oposição protocola pedido para CPI do abuso de autoridade na Câmara

Foram recolhidas 171 assinaturas para a medida, o mínimo necessário para dar entrada em uma CPI

Capitão Alberto Neto é o único deputado do AM a assinar pedido de CPI

Abaixo-assinado contra indicação de Dino no STF supera 350 mil assinaturas

STF decide que imprensa pode ser condenada por declarações de entrevistados

Marco Aurélio Mello: “Eu não queria estar na pele da imprensa”

Disputa eleitoral

A pesquisa do Direto ao Ponto sobre a disputa pela prefeitura de Manaus no próximo ano, divulgada nesta quinta-feira (30), revela que o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), candidato à reeleição, lidera a corrida eleitoral com 29,3% das intenções de voto.

Ele é seguido pelo deputado federal Amom Mandel (Cidadania), com 24,2%, e pelo presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado estadual Roberto Cidades (União Brasil), que registra 10,4% das intenções de voto.

Um dígito

Depois aparecem Coronel Menezes (sem partido), com 8,9%; Capitão Alberto Neto (PL), com 7,5%; e Zé Ricardo (PT), com 6,3% das intenções de voto.

Os votos brancos e nulos correspondem a 8,9%, e a porcentagem daqueles que não sabem ou não responderam é de 4,5%.

Cenário Espontâneo

No cenário de pesquisa espontânea, David Almeida lidera com 18,2%; Amom Mandel aparece com 5,7%; e Roberto Cidade com 1,0%.

Coronel Menezes, Eduardo Braga (MDB), Capitão Alberto Neto e Arthur Neto (sem partido) aparecem abaixo de 1%.

Os demais nomes, brancos e nulos somam 3,9%.

Indecisos

A pesquisa ainda aponta que 68,2% dos eleitores, ou seja, mais da metade da população votante, ainda não tem candidato a prefeito de Manaus.

Dados da Pesquisa

O Direto ao Ponto Pesquisas ouviu, presencialmente, 1.002 eleitores em Manaus, nas seis zonas eleitorais, entre os dias 24 e 29 de novembro.

A margem de erro é de 3,5% para mais ou para menos, com um grau de confiabilidade de 95,5%.

Reeleito

O Direto ao Ponto é o sétimo instituto de pesquisa eleitoral a apontar que o prefeito David Almeida (Avante) será reeleito para a prefeitura de Manaus.

Além do Direto ao Ponto, os institutos Projeta, Paraná, Perspectiva, Real Time Big Data, Inveritas e IPEN também conduziram pesquisas este ano, todas indicando a vitória de David em todos os cenários.

CPI do Abuso de Autoridade

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) protocolou, nesta quarta-feira (29), o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra os abusos de autoridade do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para Van Hatten, é necessário apurar as recentes medidas tomadas pelo Poder Judiciário. Foram recolhidas 171 assinaturas para a medida, o mínimo necessário para dar entrada em uma CPI.

Único do Amazonas

O deputado federal Capitão Alberto Neto (PL) foi o único parlamentar do Amazonas a assinar o pedido de abertura da CPI que quer investigar possíveis abusos das instâncias superiores de justiça, como as ordens de prisão e busca e apreensão do ministro Alexandre de Moraes contra cidadãos e empresários, o bloqueio das contas de empresas que participaram das manifestações legitimas e a ordem de censura contra parlamentares, personalidades, jornalistas e veículos de comunicação.

Autorização de Lira

Apesar dos votos reunidos, não há acordo para que a CPI seja instalada na Câmara.

Para isso, é necessário que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), leia o requerimento em Plenário e determine a sua abertura —o que não foi acordado até o momento.

Abaixo-assinado

O abaixo-assinado criado pelo partido Novo contra a indicação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal (STF) já soma mais de 350 mil adesões.

A campanha foi ao ar pouco depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmar a indicação, no começo da tarde da segunda-feira (28).

Objetivo

O objetivo é pressionar os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a reprovarem a indicação de Lula. De acordo com o presidente do Senado, a sabatina do ministro deve acontecer entre os dias 12 e 15 de dezembro.

Censura

Nesta quarta-feira (29), o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou uma tese que aborda a possibilidade de responsabilização de empresas jornalísticas que publicarem entrevistas imputando crimes a terceiros, quando há indícios concretos de que as declarações podem ser mentirosas.

A tese foi elaborada pelo ministro Alexandre de Moraes, com contribuições de Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Entendimento

Segundo o texto aprovado, a plena proteção constitucional à liberdade de imprensa é consagrada pelo binômio “liberdade com responsabilidade”, vedando censura prévia, mas admitindo análise e responsabilização posterior.

Essa responsabilização pode incluir a remoção de conteúdo por informações injuriosas, difamantes, caluniosas, mentirosas e danos materiais e morais.

Reações

O julgamento vinha gerando reações de entidades que defendem a liberdade de imprensa no Brasil.

Nove organizações, incluindo a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas), a Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo) e a ONG Repórteres Sem Fronteiras, manifestaram preocupação com a possibilidade de “autocensura” nos veículos de comunicação, dependendo da decisão dos ministros.

Criticas

O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello (foto) criticou a decisão da corte desta quarta-feira, 29 de novembro, que responsabiliza jornalistas por falas de entrevistados que imputem prática de ato ilícito a terceiros.

Em suma, um jornalista pode responder por crime de calúnia cometido por seu entrevistado.

Perigo ao jornalismo

“Eu não queria estar na pele da imprensa”, disse Marco Aurélio Mello ao Estado de S. Paulo.

O ministro aposentado também afirmou que a decisão é um “embaraço” ao jornalismo.

“Eu fui relator, já me aposentei há dois anos e agora é que concluíram o julgamento. Fiquei vencido”, afirmou.

Ditadura

Agora, somente entrevistas que estejam de acordo com a justiça serão permitidas. Caso contrário, a imprensa será punida. No entanto, há quem defenda essa abordagem. A preocupação é que isso esteja dando origem a uma forma de ditadura.

A decisão do STF não enfrenta a irresponsabilidade de alguns; em vez disso, ela traz o risco de auto-censura de toda a imprensa.

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