Arthur aberto a negociações

Arthur aberto a negociações

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), anunciou durante o lançamento da 3ª fase do Programa Habitacional do Servidor Público, que vai decidir quem apoiará nas eleições para o Governo do Estado somente no mês de julho, durante as convenções partidárias.

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“Não me pergunte sobre eleição até julho. Até lá não falarei nada. Nenhuma palavra. Até lá, eu tenho certeza, que todos os candidatos me respeitarão. Não falarão nada comigo e eu não falarei nada com eles”, disse o tucano.

Com Omar Aziz

Hoje o prefeito tem conversas bem adiantadas com Omar Aziz (PSD), que junto com o deputado federal Pauderney Avelino (DEM), articula a liberação de voluptuosos recursos federais para Manaus para barganhar o apoio do prefeito.

Além disso, Arthur poderia indicar seu filho como vice na chapa e um candidato ao Senado, no caso, Alfredo Nascimento (PR), que no cenário atual, deverá caminhar junto do tucano em qualquer uma das possíveis alianças.


Com Amazonino Mendes

Ainda distante mas cresce a cada dia nos bastidores a possibilidade de um acordo entre Arthur e Amazonino, para caminharem juntos nas eleições.

Arthur cobra publicamente que Amazonino cumpra os acordos feitos na eleição suplementar e repasse para Manaus os recursos prometidos. Uma das dificuldades da formação dessa aliança se dá pela repulsa de Amazonino e de seu grupo político pela indicação do filho do prefeito, Arthur Bisneto, para vice na sua chapa.

Mas como na política tudo é possível, não se descarta um acordo de última hora entre os caciques.

Com Rotta

Essa seria uma audaciosa jogada do prefeito nas eleições. Iria para o tudo ou nada, com uma chapa nova, com pouca rejeição e que poderia surpreender se o sentimento de mudança contagiar o país.

O que pesa contra é o poder de investimento que o prefeito teria que fazer para viabilizar essa candidatura, além de não contar o apoio e com o fundo partidário do seu partido PSDB, e nem com da maioria dos partidos no Amazonas. Uma eleição com recursos escassos e com pouco tempo de rádio e televisão.

Diante das últimas eleições no Amazonas, é possível afirmar que tudo é possível e que as articulações continuam e as chapas seguem indefinidas.

Equipe de Giuliani inicia trabalhos no Amazonas

Ontem o Governo do Amazonas deu iniciou aos trabalhos presenciais da Giuliani Security & Safety com uma reunião de apresentação da equipe, constituída por norte-americanos e brasileiros, todos especialistas em segurança pública.

As equipes irão realizar visitas técnicas em cada área de segurança do Estado e nos locais de maior incidência de criminalidade.

Com o inicio do projeto na área de segurança, Amazonino dá o tom do principal tema que deve explorar na sua campanha para reeleição.

Vaquinha virtual liberada amanhã

A doação de dinheiro de pessoas físicas para pré-candidatos na eleição deste ano, por meio de crowdfunding –vaquinha virtual, em português–, estará liberada a partir de amanhã.

A novidade foi aprovada pelo Congresso no ano passado, dentro da minirreforma eleitoral, e surgiu na esteira da proibição das doações empresariais para os políticos.

Esse tipo de doação só será possível por meio de empresas/sites autorizados pelo TSE. Até a última sexta (11), informa o G1, o site do tribunal listava 20 empresas aptas a intermediar as contribuições e outras 19 em processo de cadastramento.

Cuidado com a vírgula, Temer

“O Brasil voltou, 20 anos em 2” é o slogan que o Planalto escolheu para sintetizar os dois anos de Michel Temer na Presidência da República, informa a Folha.

Autoridades receberam nos últimos dias um convite enviado pelo cerimonial da Presidência para participar da festa pelos dois anos de Temer. O evento, com esse título, será amanhã à tarde.

Só vai ser chato se alguém apagar a vírgula e o Brasil voltar 20 anos em 2.

É um erro subestimar o sentimento antiestablishment

Ministros do governo Temer estão vivamente impressionados com a análise de Christopher Garman, do Eurasia Group, sobre a paisagem eleitoral brasileira.

Para Garman, é um erro subestimar o sentimento antiestablishment e superestimar o poder do tempo de propaganda eleitoral na TV e da máquina do governo nas próximas eleições.

Ele também acredita que a relativa melhora na economia, trombeteada pelo Planalto, não terá peso significativo no resultado eleitoral. A população está convencida de que a corrupção foi fator determinante para o desemprego e a piora dos serviços públicos.

Garman diz o contrário do que vem sendo dito pela maioria dos áulicos. 

Americano recomenda levar Bolsonaro mais a sério

Na análise que circula entre ministros do governo, Christopher Garman divide os candidatos em três grupos:

— Reformistas (Geraldo Alckmin, Rodrigo Maia, Henrique Meirelles), com 35% de chance de ganhar a eleição;

— Quase Reformistas (Jair Bolsonaro, Marina Silva, Álvaro Dias), com 45% de chance;

— Antirreformistas ( Ciro Gomes e qualquer petista), com 25% de chance.

Os quase reformistas têm mais chance de surfar a onda de revolta da população.

Ele recomenda, assim, que se leve mais a sério a candidatura de Bolsonaro, o candidato que hoje melhor representa o sentimento antiestablishment.

 

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