Opinião | Omar Aziz: ‘Abaixo de Deus, só o STF no Brasil’

Opinião | Omar Aziz: ‘Abaixo de Deus, só o STF no Brasil’

Opinião | Omar Aziz: ‘Abaixo de Deus, só o STF no Brasil’

Deputado Bolsonarista pede para povo do Amazonas não reeleger Omar Aziz ano que vem

Senadores do Amazonas votam favorável a indicação de André Mendonça à Suprema Corte

Novo ministro vai enfrentar testes de fidelidade a Bolsonaro na pauta do Supremo

A retaliação de Alcolumbre à ‘traição’ que sofreu na sabatina de André Mendonça

Roberto Cidade anuncia reajuste de 38% aos servidores da Assembleia

“Ano de faturamento histórico e aumento de empregos da Zona Franca de Manaus”, afirma especialista em Contencioso Tributário e ZFM

Direto ao Ponto Pesquisas divulga na segunda-feira pesquisa de intenção de votos para Senado e Câmara Federal

Pérola de Omar

Ao defender o Supremo Tribunal Federal (STF) durante a sabatina do ex-ministro da Justiça e ex-Advogado-Geral da União, André Mendonça, na CCJ do Senado, o senador Omar Aziz (PSD-AM) disse que a Suprema Corte é o último andar de uma sociedade civil democrática.

Anúncios

“Espero que o seu conceito de Justiça não compactue com o fechamento dos Poderes, a democracia depende do Supremo Tribunal forte”, disse o parlamentar do Amazonas.

“O STF é o último andar de uma sociedade civil democrática. Abaixo de Deus, só o STF no Brasil. E, abaixo do STF, comparado ali, os poderes executivo e legislativo”, acrescentou o senador.

Críticas

A fala do senador Omar Aziz viralizou em minutos nas redes sociais e foi duramente criticada por outros parlamentares, motivando, inclusive, pedidos para que a população amazonense não reeleja o parlamentar, cujo mandato se encerra em 2023, nas próximas eleições para o Senado.

“Por favor, povo do Amazonas, deem o recado nas urnas ano que vem e não permitam que esse sujeito possa voltar ao Congresso Nacional”, escreveu no Twitter o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ).

Já o ex-vereador Chico Preto (sem partido) disse que é inaceitável nivelar o Brasil por baixo e classificou como uma grande bola fora a fala de Omar.

“Abaixo de Deus, o Brasil e o nosso povo. Mas isso você já esqueceu faz tempo”, afirmou em vídeo postado nas redes sociais.

Voto sim

Apesar da ratada, Omar Aziz, ao que tudo indica, votou sim para a indicação de Mendonça. Apesar dos votos terem sido secretos, o Direto ao Ponto apurou que os três senadores do Estado referendaram o ex-AGU, ou seja, Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB) também disseram sim à indicação do presidente da República.

Pedido pelos amazônidas

Plínio Valério, inclusive, pediu que o novo ministro tenha um olhar especial aos brasileiros que residem na Amazônia, que segundo ele, são alvo constante de decisões de autoridades que desconhecem a realidade local.

“Pedi a ele bom senso no julgamento de causas dos mais fracos e de questões que envolvem os 29 milhões de seres humanos que habitam a Amazônia e são prejudicados por decisões judiciais movidas por ativistas que só pensam na floresta em pé”, disse o tucano.

Vitória de Bolsonaro

A indicação de Mendonça, o “terrivelmente evangélico” ao STF por 47 votos a 32, foi uma vitória do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele é o segundo indicado pelo Governo Federal a assumir uma cadeira no Supremo. Vale lembrar que os evangélicos são uma importante base eleitoral de Bolsonaro, que vai disputar a reeleição em 2022.

Trincado

Se Bolsonaro saiu ganhando, o mesmo não se pode dizer do senador e presidente da CCJ, Davi Alculumbre (DEM-AP). O parlamentar começou a juntar as peças do tabuleiro para identificar os nove votos de senadores que traíram sua confiança e ajudaram a aprovar o candidato do Governo no plenário do Senado.

Até minutos antes de abrir o placar, o senador do Amapá estava convicto de que teria 41 dos 79 votos e, assim, iria impor uma derrota ao ex-advogado geral da União e ao presidente Bolsonaro.

Há, inclusive, um temor de que Alcolumbre use a pauta da Comissão de Constituição e Justiça para retaliar colegas senadores, segurando projetos importantes no colegiado.

Reajuste salarial

O presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Roberto Cidade (PV), deu um presente de Natal antecipado aos servidores efetivos da Casa ontem (2), ao anunciar um reajuste salarial de 38%.

Desde 2013 que os funcionários do Poder Legislativo não tinha ganhos reais — acima da inflação — em seus vencimentos.

O reajuste será feito de forma progressiva a partir de janeiro do ano que vem.

Números

Roberto Cidade destacou que o reajuste salarial foi analisado com responsabilidade por uma comissão instituída e que o aumento é justo aos servidores que diariamente servem a Casa do povo.

“Uma pessoa que hoje recebe em torno de R$ 3.600 vai passar a receber R$ 5.100. Além disso, nós também teremos aumento nas funções. Quem tinha uma FC1 ganhava R$ 2.100 vai passar para R$ 3.500, o FC2 que era de R$ 1.200 vai ser R$ 2.500 e o FC3 que era R$ 900 passará para R$ 1.500. Essa foi uma promessa que fiz na tribuna e hoje eu os 24 deputados estaduais estamos cumprindo”, explicou.

ZFM em alta

Em artigo publicado no Direto ao Ponto, o advogado Dr. Eduardo Bonates, especialista em Contencioso Tributário e Zona Franca de Manaus, trouxe números e dados animadores sobre o Polo Industrial de Manaus.

“Ano de faturamento histórico e aumento de empregos da Zona Franca de Manaus. Caso as variantes da COVID não evoluam, o crescimento do comércio mundial previsto pela Organização Mundial do Comércio impulsionará ainda mais o modelo, que este ano tem uma previsão de faturamento de R$ 145 bilhões.”, afirmou Bonates.

Nova pesquisa

O Direto ao Ponto Pesquisas apresenta na próxima segunda-feira (6), uma nova pesquisa de intenção de votos para as eleições de 2022. Desta vez, os números apresentados serão para disputa do Senado e Câmara Federal.

Nesta semana, o instituto de pesquisa apresentou os números para Governo do Amazonas e Presidência da República.

 

 

Siga a Direto ao Ponto:

Facebook: facebook.com/diretoaopontonews1

Instagram: @diretoaopontonews

Twitter: @diretoaoponto1_

Fale com a gente:

Receba a coluna no seu WhatsApp: 92 98422-0558

Redação: 92 99189-4271

Editor-chefe: 92 99109-1099

Deixe um comentário