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Arthur se irrita com vice dos EUA

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, esclareceu o fato de não ter recebido, na quarta-feira (27), o vice-presidente americano, Mike Pence, que visitou um abrigo para imigrantes venezuelanos no bairro de Petrópolis, Zona Sul de Manaus.

Inicialmente, a justificativa era um conflito de agendas. Mas, à tarde, Arthur manifestou no Twitter a preocupação com a presença do grande aparato militar que acompanhava a comitiva americana e destacou ainda o trabalho humanitário com os imigrantes venezuelanos feito pelas autoridades municipais.

Tipo Donald Trump

Utilizando a rede social preferida de Donald Trumppresidente dos Estados Unidos, Arthur mandou um recado despachando Mike Pence:

“Respeite a soberania do meu país e o brio do povo amazonense. Não aceito a intervenção militar, nem por brincadeira. Por favor, volte para a sua casa. O Acnur reconheceu o trabalho de acolhimento aos venezuelanos em Manaus. Não tente me ensinar a ser solidário. Os mexicanos podem falar sobre o tratamento que o seu país dá a eles”, declarou Arthur, em uma postagem, referindo-se ao Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

Barrada no baile

O prefeito também esclareceu que não iria se encontrar com Pence devido às exigências feitas pelo protocolo americano. Os representantes exigiram que as autoridades locais esperassem com duas horas de antecedência pela chegada de Mike Pence.

Além disso, Arthur não poderia estar acompanhado da primeira-dama da capital amazonense, Elisabeth Valeiko, que também é presidente do Fundo Manaus Solidária.

Braga e Amazonino

Circulou em alguns Portais a informação de que o senador Eduardo Braga (MDB) não deverá caminhar com governador Amazonino Mendes (PDT) nas eleições.

A assessoria do Senador negou a informação e afirmou que Braga tem conversado com muitas lideranças políticas, inclusive o governador Amazonino Mendes. Mas ainda não existe nenhuma aliança definida.

Mais um adiamento

Com explicações sem sentido sobre o jogo do Brasil desta quarta-feira (27), o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado David Almeida (PSB), adiou novamente a votação do veto do governo sobre o Projeto de Lei que reajustaria o salário dos Policiais Militares e Bombeiros.

Ficou para a semana que vem, ou seja, nos dias 4, 5 ou 6 esse veto tem que ser votado. Daí em diante, já era o prazo porque a legislação eleitoral não permite mais reajustes salariais.

Novelão

Com isso, passaram-se três meses desde que a novela começou, com o envio do PL ao Legislativo, ameaças e greves de Policiais Militares, negociações de Amazonino com entidades representativas dos militares, emendas dos deputados ao Projeto e, finalmente, o veto.

Diagnóstico

Na sessão desta quarta-feira, constavam 23 deputados estaduais presentes no plenário da Aleam.

O diagnóstico cirúrgico do dia foi do líder do governo, Dermilson Chagas (PP): “a votação foi adiada porque sabia que ia perder de novo”. E foi isso mesmo.

Secretários convocados

Antes de encerrar a sessão na Aleam, o presidente David Almeida colocou em votação o requerimento convocando os secretários de Estado da Fazenda (Sefaz), Alfredo Paes dos Santos e da Administração (Sead), Angelo Bulbol de Lima, para explicarem a situação financeira do Estado, e o porquê da negativa ao reajuste dos PMs.

O requerimento foi aprovado, e agora só falta marcar a data.

Alternativa

Enquanto nada é resolvido, o deputado estadual Luiz Castro (Rede) tratou  de se mexer e sozinho, apresentou uma emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), em tramitação na Aleam, garantindo o cumprimento da data-base de servidores da Educação, Segurança Pública e Saúde.

Emendas impositivas

Por fim, a mais nova frente de batalha da oposição na Aleam, as emendas impositivas, vão depender da Justiça para avançar.

A oposição espera que seja concedido um mandado de segurança para que o governador do Estado, Amazonino Mendes (PDT), cumpra o que os deputados indicaram.

Das 583 emendas apresentadas pelos parlamentares, apenas 24 não cumpriam as normas técnicas. As 559 restantes estão aptas a serem cumpridas.

Corredor polonês

As emendas impositivas foram o tema dos discursos de Sabá Reis (PR), Luiz Castro e do presidente da Aleam, David Almeida (PSB), nesta quarta.

Sabá quer, inclusive, o impeachment de Amazonino por não cumprir a lei.

Temer bola murcha

Michel Temer acompanhou o jogo do Brasil comendo pipoca no Palácio do Planalto.

O presidente postou uma foto ao lado dos ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha.

Gilmar sopra

Gilmar Mendes soprou à colunista da Folha que, se o habeas corpus de Lula tivesse sido julgado pela Segunda Turma, na terça-feira, ele seria negado. No máximo, seria concedida prisão domiciliar.

 

 

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