Opinião | Romero Reis sobe o tom e afirma que coronel Menezes dividiu a direita em 2020

Opinião | Romero Reis sobe o tom e afirma que coronel Menezes dividiu a direita em 2020

Opinião | Romero Reis sobe o tom e afirma que coronel Menezes dividiu a direita em 2020

“Prestou um desserviço à cidade de Manaus. Ele jamais deveria ter sido candidato no apagar das luzes”, diz

Ex-prefeiturável faz mistério sobre as eleição do ano que vem

Filiado ao Novo, ele se diz desconfortável com a oposição do partido ao Governo Federal

“Genocida é quem desvia dinheiro público”, afirma

Críticas a Menezes

O ex-candidato a prefeito de Manaus, o empresário Romero Reis (Novo), concedeu entrevista exclusiva ao Direto ao Ponto onde contou sobre sua primeira experiência na política partidária.

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Entre outros assuntos, falou sobre a importância da Zona Franca de Manaus para economia do Amazonas, avaliou a administração do presidente Jair Bolsonaro – a quem fez elogios – e deixou de lado a trégua com o também ex-candidato a prefeito, Coronel Menezes (Patriota), e o culpou pela derrota da direita nas eleições do ano passado.

Desserviço

“Vamos ser claros, o coronel Menezes prestou um desserviço à cidade de Manaus. Ele jamais deveria ter sido candidato no apagar das luzes. Ficou namorando durante meses o Josué Neto, o Chico Preto e o Alberto Neto. Disse abertamente que iria me apoiar e quando saiu da Suframa lançou candidatura com apoio do presidente. Teve 108 mil votos, mas não foi suficiente para ir ao segundo turno. Nós perdemos uma grande oportunidade de ganhar e eleição”, afirmou.

“Infelizmente o presidente Bolsonaro não consegue enxergar, porque está distante. Essa mesquinhez, essas vaidades que precisam ser corrigidas”, completou.

“Recheada de pilantras”

Empreendedor de sucesso em Manaus, Romero diz que adentrou na política para dar sua contribuição à cidade que escolheu viver. Ele é natural de São Joaquim da Barra (SP) e mora no Amazonas há 27 anos.

Na avaliação dele, a política local é recheada de “pilantras” e “aproveitadores” que “estão aí trabalhando, não em proveito do cidadão, mas em proveito dos grupos políticos que querem se manter no poder escravizando as pessoas que esperam oportunidades”.

Incógnita

Por conta desse cenário que, em sua avaliação, ainda é inóspito para quem quer fazer política correta, Romero faz mistério sobre uma possível candidatura nas eleições do ano que vem.

“Minha candidatura está condicionada a uma aliança saudável, sem vaidades. Quero ser escalado para ser candidato ao governo, senado ou deputado estadual, se o time entender que eu vou poder fazer o melhor em prol dos valores e princípios e não por uma candidatura simplesmente”, ressaltou.

Desconfortável no Novo

Por falar em eleição, Romero Reis afirmou que poderá concorrer em 2022, ao Governo do Amazonas ou a um cargo no Legislativa, e deixou em aberto a possibilidade de sair do Novo.

Ele fez elogios à sigla, mas se diz desconfortável pelo fato de o partido fazer parte da oposição ao Governo Federal atualmente.

Erros e acertos

Romero Reis não esconde de ninguém que é um apoiador do presidente Jair Bolsonaro. Na avaliação dele, mesmo com tantas adversidades impostas pela pandemia, o Governo Federal segue firme, com um time técnico nos ministérios e sem escândalos de corrupção que eram comuns no passado.

De acordo com o empresário, existem erros e acertos na atual gestão. Para ele, um ponto negativo foi as várias trocas no Ministério da Saúde em meio ao crescimento de mortes por coronavírus no País.

Verdadeiros genocidas

Ao falar sobre o futuro da economia local, Reis afirmou que é preciso apostar no polo digital e diversificar as indústrias da ZFM. No entanto, destacou que para isso é preciso mão de obra qualificada, algo que só é possível com investimentos em educação. Para ele, inclusive, quem rouba dinheiro do setor é que deve ser chamado de genocida.

“Os verdadeiros genocidas são os prefeitos e governadores que desviam dinheiro público e impedem que pessoas de baixa renda tenham educação de qualidade e que possam transformar a sua vida. Eu sou exemplo de que se pode vencer na vida se tiver ensino público de qualidade. Eu nunca estudei em escola paga”, disse.

 

 

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