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Opinião | Bolsonaro tinha razão: vírus saiu de laboratório e máscaras foram inúteis

Opinião | Bolsonaro tinha razão: vírus saiu de laboratório e máscaras foram inúteis

Investigação nos Estados Unidos aponta que o vírus da Covid-19 possivelmente vazou de um laboratório de Wuhan, na China

Parlamentares foram investigados durante a pandemia por seus posicionamentos

Deputado federal diz que vai processar quem o chamou de negacionista

‘Tive o canal deletado e fui parar na CPI’, lembra Gustavo Gayer

Lula se nega a assinar termo na ONU contra Ortega

Governo Lula tem a primeira derrota na justiça

Covid-19

Durante a pandemia da Covid-19 TODOS, TODAS E ATÉ “TODES” que ousaram raciocinar e pensar diferente da “ciência” propagada pela esquerda e pela grande mídia foram acusados de serem negacionistas ou até genocidas, aqueles que fizeram indagações acerca da origem do vírus e da eficácia das ações de combate a ele foram cancelados, perseguidos e até investigados.

O tempo

O ditado diz que o tempo é o senhor da razão.

Nas últimas semanas, houve uma enxurrada de notícias (Veja, BBC, The Washington Post) confirmando que os esquerdistas estavam errados e os conservadores estavam certos, pelo menos nas questões importantes acerca da Covid-19.

Obrigatoriedade de máscaras é inútil, dizem todas as evidências. A imunidade natural é tão protetora quanto a da vacina, ou mais ainda, contra quadros graves da Covid-19.

Países que adotaram o “fica em casa” (lockdown), prejudicando a economia e os estudantes, tiveram resultados significativamente piores, dos que não adotaram tais medidas.

E agora outra agência governamental dos Estados Unidos admite que o vazamento do laboratório provavelmente aconteceu.

“Antes tarde do que nunca”

Suponho que seja algum consolo ter o reconhecimento tardio de que não estávamos loucos e nem somos negacionistas, como fomos acusados durante os últimos três anos.

Mas não podemos recuperar esses anos perdidos. Não podemos desfazer o terror coletivo plantado na mente das pessoas, a ansiedade adquirida, o medo. Não conseguiremos recuperar a sanidade de muitas pessoas e o prejuízo causado a muitas famílias que perderam seus empregos e tiveram seus negócios fechados.

A narrativa do “amor” está indo ladeira abaixo e custou caro.

De Wuhan pro mundo

Quem não lembra como eram tratados políticos, influenciadores digitais, médicos e até mesmo pessoas comuns, por afirmarem que o Covid podia ter escapado do laboratório de Wuhan e que todas as potências econômicas sofreriam com isso, menos a própria China?

Pois o Departamento de Energia dos Estados Unidos e o FBI fizeram declarações apontando com uma razoável convicção de que o vírus da Covid-19 escapou por acidente do laboratório chinês onde era estudado.

Fins militares

Soma-se a isso a informação de que a França havia encerrado a colaboração com o laboratório de Wuhan e avisado que ele estava sendo usado para fins militares.

Junte as informações e é fácil chegar às devidas conclusões.

Discórdia

Outro ponto que gerou bastante discórdia durante os dois anos de pandemia foi o uso de máscaras.

No Brasil, pessoas que indagavam a eficácia do uso das máscaras foram chamadas de negacionistas e até bolsonaristas, já que o ex-presidente do País foi um dos que não se curvou às ordenanças de lockdown e ao uso de máscaras proposta pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Falsa proteção

E o tempo também tratou de julgar esse ponto.

Uma instituição chamada Cochrane Library, considerada a mais respeitada na análise de intervenções médicas em escala mundial, concluiu que máscaras comuns ou as usadas por profissionais de saúde as N95, “provavelmente fizeram pouca ou nenhuma diferença” na propagação da doença.

Ou seja, as pessoas se utilizaram de um objeto para terem uma falsa impressão de segurança.

Lembrança

A Cochrane Library lembrou que antes da pandemia, serviços médicos de diferentes países e a OMS não consideravam as máscaras efetivas para conter o contágio de doenças respiratórias.

Processo

Um dos maiores críticos do lockdown, o deputado federal André Fernandes (PL-CE), afirmou que vai processar todos os veículos de imprensa que o apontaram como negacionista.

“Agora que a imprensa está afirmando que o vírus chinês foi produzido em laboratório da china e que o uso de máscaras durante a pandemia foi inútil, processarei cada veículo da imprensa que me acusou de negacionista por falar as mesmas coisas há três anos. Danos serão reparados”, disse o parlamentar no Twitter.

CPI

Além do escrutínio da mídia, muitos foram investigados pela CPI da Covid, que também se valeu do “consenso científico” vigente à época para demonizar quem pensava diferente.

Fake news

Além de políticos e influencers que foram indiciados pela Comissão Parlamentar de Inquérito que teve Omar Aziz (PSD) como presidente, perfis de jornalistas e cidadãos foram apontados como propagadores de Fake News e até censurados, desmonetizados e suspensos das redes sociais.

Canal deletado

Por meio do Twitter, o youtuber e hoje deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) lembrou que teve seu canal desmonetizado por igualmente indagar a eficácia da máscara.

“E pensar que eu tive um canal do youtube deletado e meu nome foi parar na CPI da COVID por dizer exatamente isso”, escreveu.

Amizade acima de tudo

O governo Lula (PT) optou por não aderir à declaração conjunta da Organização das Nações Unidas (ONU) que tem como finalidade denunciar os crimes cometidos pelo ditador da Nicarágua, Daniel Ortega.

O Itamaraty chegou a participar da negociação do texto final que ocorreu na reunião do Conselho de Direitos Humanos, na última sexta-feira (3), mas acabou não aderindo ao documento assinado por 55 países.

O petista, vale lembrar é amigo e admirador de Ortega.

Derrota

O Palácio do Planalto removeu publicações em canais oficiais que faziam referência ao “governo Lula”. A medida ocorreu depois de uma ação judicial movida pelo deputado estadual Felipe Camozzato (Novo), do Rio Grande do Sul.

O parlamentar alegou que o uso da referência nominal ao presidente Lula em perfis institucionais do governo fere o princípio constitucional da impessoalidade. 

O deputado solicitou à Justiça a proibição de novas postagens com esse teor.

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