Opinião | Governo do Amazonas garante reforço à segurança do Estado

Opinião | Governo do Amazonas garante reforço à segurança do Estado

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Após 10 anos, novo concurso público abrirá 2,5 mil vagas para Polícia Militar e Civil

Prefeitura inicia vacinação de população de 20 anos nesta sexta-feira

Com novo decreto, bares e restaurantes poderão funcionar até meia noite

Conselho Regional de Medicina rechaça projeto racista de Joana Darc

Segurança reforçada

Intitulado de “Amazonas Mais Seguro”, o governador Wilson Lima (PSC) anunciou, ontem (8), um programa voltado para Segurança Pública do Estado com investimento na ordem de R$ 280 milhões, que incluirá a realização de um concurso público para preenchimento de 2.525 vagas.

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O anúncio acontece um mês após o Amazonas ter sido alvo de ataques violentos promovidos por uma facção criminosa, que evidenciaram a necessidade de investimentos no setor. As policias militar e civil, por exemplo, não têm concurso há 10 anos e trabalham todo este tempo com efetivo defasado.

“Há mais de dez anos que não havia concurso para as forças de Segurança no estado do Amazonas. E semana que vem a gente vai instituir as comissões e anunciar as vagas que cada força vai ofertar”, disse Wilson.

Investimento em tecnologia

O programa inclui, também, a implementação de um sistema inédito de câmeras inteligentes chamado de “Cerco Inteligente de Videomonitoramento”. Ao todo, serão instaladas 500 câmeras em pontos estratégicos de Manaus.

Além do equipamento com alta capacidade de captura de imagens em movimento, a nova tecnologia de monitoramento é composta de um sistema de processamento de dados que permitirá, em tempo real, a análise e pesquisa de informações de interesse policial, como o controle de veículos roubados ou furtados e até mesmo a circulação de veículos suspeitos de participação em crimes.

Vacinação avançando

A partir desta sexta-feira (9), a Prefeitura de Manaus inicia a vacinação contra o coronavírus para o público de 20 anos em diante. O anúncio foi feito pelo prefeito David Almeida (Avante) nas redes sociais.

Já o Governo do Estado fará no sábado mais um mutirão de vacinação. Nesta edição, que acontecerá nos municípios de Itacoatiara, Iranduba, Itapiranga, Urucará e São Sebastião do Uatumã, a meta é imunizar 28 mil amazonense a partir de 18 anos.

Até ontem (8), o Amazonas havia aplicado 2.192.456 doses de vacinas, sendo 1.610.276 de primeira, 563.022 da segunda dose e 19.158 com dose única

Bares e restaurantes até 0h

Com o avanço da vacinação e os índices de mortalidade em queda, a partir da próxima segunda-feira (15), bares, restaurantes, lanchonetes e similares poderão funcionar até meia noite, inclusive aos domingos. A circulação de pessoas ficará restrita de 1h às 5h.

O Governo estuda, ainda, a realização de eventos-teste presenciais para preparar a retomada de shows e eventos noturnos que permanecem fechadas por conta da pandemia.

Saúde é para todos

Após a histeria de alguns movimentos sociais em torno da derrubada do projeto de lei 225/2020, de autoria da deputada Joana Darc (PL), que pretendia garantir atendimento preferencial à população negra em casos de epidemias, pandemias e surto por doenças contagiosas, o Direto ao Ponto conversou com o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM), que rechaçou tal diferenciação no exercício da medicina.

“O CRM-AM defende que o médico é preparado para atender o paciente independentemente de cor, raça ou religião, priorizando sempre pela necessidade de atendimento, de acordo com os protocolos de emergência e suas classificações”, disse.

“Tratamento especial para todos”

O posicionamento vai de encontro ao que disse o deputado Fausto Jr (MDB) durante o debate do projeto na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O parlamentar, após defender que em pleno século 21 não é aceitável promover tais diferenciações dentro de um hospital, foi criticado por integrantes de movimentos sociais e por um jornal da cidade.

“Todos precisam de tratamento especial independentemente de cor de pele, religião ou orientação sexual. Todos somos iguais e temos direito à saúde e quem decide quem precisa ser atendido com mais urgência é o médico”, afirmou.

O projeto de Joana Darc foi vetado pela maioria dos membros da Assembleia do Amazonas.

 

 

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