Arapuca para Amazonino

Arapuca para Amazonino

Uma das maiores expectativas para as eleições desse ano diz respeito aos movimentos do prefeito de Manaus Arthur Neto e as conversas que mantém com o Senador Omar Aziz.

Tanto Arthur quanto Omar tentam armar uma estratégia no tabuleiro político, capaz de neutralizar as intenções de reeleição do atual governador Amazonino e ao mesmo tempo, inviabilizar outra alternativa.

Plano B

Nesse quebra-cabeça que Arthur e Omar trabalham, além do próprio nome de Omar como possível cabeça de chapa, há possibilidades também para o tucano Marcos Rotta, vice-prefeito que poderá ser a grande aposta dos dois caciques.

Praciano no game

Nos bastidores um grupo político trabalha para que Praciano saia candidato ao Governo do Amazonas, o que pode tumultuar o tabuleiro eleitoral e a frágil aliança da oposição que hoje gira em torno de David Almeida (PSB) como aposta para bater Amazonino (PDT) e Omar Aziz (PSD).

O PT é um partido que tem militância, tempo de televisão e fundo eleitoral.

Altura mínima para PM

O Projeto de Lei (PL) nº 368/2011, de autoria do deputado Luiz Castro (Rede), que reduz a altura exigida para homens e mulheres ingressarem na Polícia Militar do Amazonas (PMAM), foi aprovado nesta quarta-feira (25) na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O texto propõe altura mínima de 1,60 m para homens e 1,55m para mulheres.

“Esse requisito tem frustrado as aspirações de muitos amazonenses, de entrar nos quadros da PM”, observou o deputado Luiz Castro, acrescentando que, a lei impõe um parâmetro europeu de estatura, quando a altura média dos amazonenses é de 1,69m masculino e 1,57m feminino.

Medidas anticorrupção

A Comissão de Constituição e Justiça e Redação (CCJR) aprovou o Projeto de Lei 157/2017, de autoria do vereador Professor Fransuá (PV), que organiza a política municipal de prevenção à corrupção.

A proposta, que faz parte de um pacote de medidas de iniciativa do parlamentar, visa reforçar a autonomia e a independência dos mecanismos de Controle Interno e Transparência Social da Prefeitura de Manaus, além de aumentar sua interação com a Câmara Municipal de Manaus e, por consequência, com a sociedade.

É golpe atrás de golpe!

As delações que a Segunda Turma do STF enviou para São Paulo jamais serão compartilhadas com a força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, como dizem alguns analistas.

Não existem em curso no Judiciário paulista ações penais que possam acolher, por conexão, os termos de colaboração dos delatores da Odebrecht que foram extraídos da 13a Vara Federal.

Da mesma forma, novas ações não poderão ser abertas para apuração de ilícitos penais já investigados: os pagamentos de propina a Lula por meio de reformas no sítio de Atibaia e da compra de um terreno para seu Instituto.

Toffoli lançou as delações num buraco negro jurídico.

A Lava Jato em Curitiba, por outro lado, poderá usar os depoimentos dos delatores a Moro, assim como de outras testemunhas e réus, além de todo o arsenal de provas colhidas na investigação, como e-mails, planilhas etc.

A menos que os chicaneiros de plantão resolvam subverter o sistema jurídico outra vez. O precedente foi aberto ontem. Os advogados do condenado sabem que há gente no STF disposta a tudo para manter o sistema do qual Lula faz parte.

Moro não desiste e segue firme, trabalhando

Apesar do STF tentar acabar com a Lava Jato, Sergio Moro segue trabalhando e condenou hoje dois integrantes do esquema do doleiro Alberto Youssef, informa O Globo. Ambos são colaboradores da Lava Jato e não ficarão presos.

Carlos Alberto Pereira da Costa, que atuou como laranja de Youssef em empresas abertas no Brasil e no exterior, deverá cumprir cinco anos em regime aberto, com prestação de serviços comunitários.

João Procópio de Almeida Prado, que abriu contas e offshores no exterior para o doleiro, pegou dois anos e seis meses, pena substituída por multa e prestação de serviços. Segundo a sentença de Moro, sua colaboração permitiu recuperar R$ 5,2 milhões.

Enquanto isso no Planalto

Como previsto, Temer sanciona com vetos o ‘PL da impunidade’ (PL 7.448), que altera as regras para punições de agentes públicos pelos tribunais de contas. O texto saiu hoje no Diário Oficial.

 

 

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