Bailinho político

Bailinho político

A dança das filiações partidárias formou um novo par nesta terça-feira (13) quando o deputado estadual Vicente Lopes anunciou sua desfiliação do MDB e filiação no PDT, do governador Amazonino Mendes.

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Vicente, que tem atuado como líder-coringa do governador na Assembleia Legislativa, segue fielmente o ritmo de Amazonino.

Dois pra lá, um pra cá

Pelos menos três leituras podem ser feitas sobre essa filiação: deixando o MDB de Braga, Vicente estaria indicando que o senador pelo Amazonas não está enfileirado com o Negão; Vicente vê mais chances de reeleição em um partido com menos concorrentes, já que o MDB é monstruoso.

Mas a hipótese preferida do “Direto ao Ponto” é que já se tratam de articulações para a presidência da Aleam, em 2019.

Com Amazonino reeleito e Vicente no mesmo partido, nada mais natural…

Macaco velho

Até porque, com seu jeito cavalheiro de ser, Vicente Lopes não dá ponto sem nó. Não é à toa que nos últimos 22 anos nunca ficou sem mandato.

Cristandade

Sondado pelo PSB, PSL e pelo Podemos, o presidente da Aleam, deputado David Almeida, pré-candidato ao governo, ainda esconde qual será seu próximo partido, uma vez que já se desfiliou do PSD.

A balança começou a pender mais para o Podemos, com quem David tem encontro marcado esta semana, depois que o senador Álvaro Dias, pré-candidato à Presidência, revelou em entrevista nacional que está buscando aproximação com os evangélicos.

Insônia braba

O deputado estadual Platiny Soares (PSL), coordenador da campanha de Jair Bolsonaro no Amazonas, já estava tendo dificuldades de pregar os olhos depois que o TRE-AM confirmou que ele está sendo investigado por crime eleitoral, por ter usado a Polícia Militar para se eleger, em 2014.

Agora, em pleno alvoroço dos PMs, os líderes do movimento declararam que nem Platiny nem Cabo Maciel os representam mais.

Greve, sim!

Por falar em movimento dos Policiais Militares, não adiantou o governador Amazonino Mendes acenar com duas mil promoções de soldados da PM, porque os líderes dos movimentos grevistas vão continuar com a mobilização e ameaçam paralisações para esta quarta-feira, em toda a cidade.

O soldado Gerson Feitosa, da Associação dos Praças do Amazonas, o cabo Igo Silva, da Associação de Cabos e Soldados e o sargento Pereirinha, da Associação dos Subtenentes e Sargentos querem continuar o movimento: eles dizem que são oito mil policiais à espera das promoções, e não apenas dois mil.

União

Aliás, o soldado Gerson Feitosa fez uma avaliação de que as promoções feitas por Amazonino foram uma tentativa de desmobilizar a categoria. Ele tem praticamente implorado pra que todos continuem na luta, até quem foi promovido.

Tudo mentira!

O deputado Dermilson Chagas, líder do governo na Aleam, disse que a oposição está criando informações falsas para desestabilizar o governo de Amazonino.

Chagas garante que é mentira que haverá privatização da Cigás, assim como não é verdade que o convênio médico dos professores do Estado vai ser cancelado. “Estão criando polêmicas para jogar a população contra Amazonino, inventando um estado de insegurança e incerteza”, avalia ele.

Feminicídio

Senado aprovou, neste terça-feira (13), pena maior para feminicídio, o texto agora vai à Câmara

No texto, pena será aumentada quando crime for filmado ou gravado.

STF se posiciona

A 2ª Turma do STF decidiu nesta terça-feira (13) que duas ações que tratavam da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância não serão mais julgadas pelo plenário do tribunal.

Além dessas duas ações, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também apresentou um habeas corpus ao STF pedindo que ele possa recorrer em liberdade contra a condenação pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

A defesa de Lula pede que a decisão sobre uma eventual prisão do ex-presidente só seja tomada após o julgamento de todos os recursos ao STJ e STF.

Lula fora da pauta

O recurso de Lula também ficou fora da pauta de julgamentos previstos para os meses de março e abril.

Nesta terça-feira, Cármen Lúcia afirmou não se submeter à pressão para colocar o tema na pauta do Supremo.

 

 

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