Desequilíbrio

Desequilíbrio

A derrubada de um veto do governador pelo placar de 13 a 5, na Assembleia Legislativa, durante a votação desta quarta-feira (7) animou parlamentares da oposição.

Nos bastidores do plenário, era comentado em tom de surpresa o alinhamento do deputado Sidney Leite (Pros), ex-secretário de Amazonino, à bancada de oposição, desequilibrando a balança que no começo da semana marcava 12 a 12 em ambas as bancadas.

Recado

Essa foi apenas a primeira votação do ano na Assembleia Legislativa, mas o governador Amazonino Mendes – de quem já se diz que não terá vida fácil no Legislativo – pode se preparar para mais, logo depois do carnaval.

Amazonino enviou mais 16 vetos à Aleam e já foi avisado pelo deputado escalado para bater, Sabá Reis (PR), de que está “criando conflitos desnecessários” com o Poder Legislativo.

Morde e assopra

O presidente da Aleam, deputado David Almeida também tirou sua casquinha em seu discurso pela manhã, quando disse que iria elogiar Amazonino Mendes por ter concedido o tíquete-alimentação aos servidores públicos do interior.

“Eu quero elogiar o governador, mas ele não ouve o que a gente fala. Então, se alguém estiver ouvindo, passa o bizu pra ele”, alfinetou.

Almeida fez referência à resposta de Amazonino quando perguntado sobre o que achava do discurso de David Almeida no dia 1 de fevereiro. “Não ouvi nada. Estava sem meu aparelho de surdez”, disse o governador.

Nomeando

Só para deixar claro, votaram a favor do veto de Amazonino os deputados Dermilson Chagas (PEN), Carlos Alberto (PRB), Dr. Gomes (PSD), Mário Bastos (PSD) e Vicente Lopes (MDB).

E contra o veto, derrubando-o, os deputados David Almeida, Sabá Reis, Luiz Castro (REDE), Cabo Maciel (PR), José Ricardo (PT), Serafim Corrêa (PSB), Augusto Ferraz (DEM), Abdala Fraxe (Podemos), Francisco Souza (Podemos), Alessandra Campêlo (MDB), Sinésio Campos (PT) e Orlando Cidade (Podemos).

O Negão voltou

Não demorou muito tempo para Amazonino entrar em atrito com a imprensa. Quando questionado pela repórter da TV Amazonas/Globo sobre a persistência das filas nas portas dos hospitais, Amazonino interrompeu e desqualificou a indagação da jornalista.

“Sua pergunta é absolutamente inócua, não tem sentido.”

Amazonio ainda acusou a repórter de ter feito a pergunta sob encomenda da empresa da Rede Amazônica.

“O recado tá dado”, disse Amazonino.

Então morra

Parlamentares da base governista, secretários e assessores ficaram apreensivos com a situação. Nos bastidores, muitos afirmaram que pediram a Deus e a todos os santos para o Negão não mandar um: “Então, morra!”

Pra quem não lembra, ainda como prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, discutiu com uma moradora de uma área de risco na comunidade Santa Marta, na Zona Norte.

Em um dos momentos, a moradora afirmou que não tinha condição de ter uma moradia digna. E Amazonino respondou: “Minha filha, então, morra, morra.”

Em outro momento, o prefeito perguntou de onde a moradora era. Ela afirmou que era do Pará.

“Então, pronto. Tá explicado”, disse Amazonino.

Cooperativismo

Nesta quinta-feira a Assembleia Legislativa vai realizar Sessão Especial a partir das 11h, para homenagear os 45 anos da instalação da Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas OCB-AM.

Fake news

Com as pré-campanhas já correndo soltas no ambiente virtual, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas levou para a Polícia Federal sua experiência em monitorar as chamadas “Fake News”, notícias falsas.

O TER-AM tem acordo com o Facebook para eliminar todas as informações identificadas como falsas.

Sítio Ramsar

O Ministério do Meio Ambiente encaminhou ao Secretariado da Convenção das Zonas Úmidas de Importância Internacional um pedido para que o rio Negro seja reconhecido com um “sítio Ramsar”.

O ministério argumenta que com o status de “sítio Ramsar”, a região do rio Negro poderá usufruir de benefícios financeiros e assessoria técnica para o desenvolvimento de ações de conservação.

Também terá prioridade na implementação de políticas governamentais e reconhecimento público, nacional e internacional.

Contra

Mas não é o que pensa o deputado Dermilson Chagas que fez um alerta avisando que, se receber o título, o rio Negro passa a ser considerado uma espécie de reserva de preservação, o que vai inviabilizar diversas atividades econômicas importantes para o Estado, como pesca, turismo e portuária.

Dizem por aí

Aumentam as articulações e conversas para barrar a candidatura de David Almeida ao governo. Um dos caminhos é uma possível condenação por improbidade administrativa.

Deixe um comentário

Desequilíbrio

Desequilíbrio

A derrubada de um veto do governador pelo placar de 13 a 5, na Assembleia Legislativa, durante a votação desta quarta-feira (7) animou parlamentares da oposição.

Nos bastidores do plenário, era comentado em tom de surpresa o alinhamento do deputado Sidney Leite (Pros), ex-secretário de Amazonino, à bancada de oposição, desequilibrando a balança que no começo da semana marcava 12 a 12 em ambas as bancadas.

Recado

Essa foi apenas a primeira votação do ano na Assembleia Legislativa, mas o governador Amazonino Mendes – de quem já se diz que não terá vida fácil no Legislativo – pode se preparar para mais, logo depois do carnaval.

Amazonino enviou mais 16 vetos à Aleam e já foi avisado pelo deputado escalado para bater, Sabá Reis (PR), de que está “criando conflitos desnecessários” com o Poder Legislativo.

Morde e assopra

O presidente da Aleam, deputado David Almeida também tirou sua casquinha em seu discurso pela manhã, quando disse que iria elogiar Amazonino Mendes por ter concedido o tíquete-alimentação aos servidores públicos do interior.

“Eu quero elogiar o governador, mas ele não ouve o que a gente fala. Então, se alguém estiver ouvindo, passa o bizu pra ele”, alfinetou.

Almeida fez referência à resposta de Amazonino quando perguntado sobre o que achava do discurso de David Almeida no dia 1 de fevereiro. “Não ouvi nada. Estava sem meu aparelho de surdez”, disse o governador.

Nomeando

Só para deixar claro, votaram a favor do veto de Amazonino os deputados Dermilson Chagas (PEN), Carlos Alberto (PRB), Dr. Gomes (PSD), Mário Bastos (PSD) e Vicente Lopes (MDB).

E contra o veto, derrubando-o, os deputados David Almeida, Sabá Reis, Luiz Castro (REDE), Cabo Maciel (PR), José Ricardo (PT), Serafim Corrêa (PSB), Augusto Ferraz (DEM), Abdala Fraxe (Podemos), Francisco Souza (Podemos), Alessandra Campêlo (MDB), Sinésio Campos (PT) e Orlando Cidade (Podemos).

O Negão voltou

Não demorou muito tempo para Amazonino entrar em atrito com a imprensa. Quando questionado pela repórter da TV Amazonas/Globo sobre a persistência das filas nas portas dos hospitais, Amazonino interrompeu e desqualificou a indagação da jornalista.

“Sua pergunta é absolutamente inócua, não tem sentido.”

Amazonio ainda acusou a repórter de ter feito a pergunta sob encomenda da empresa da Rede Amazônica.

“O recado tá dado”, disse Amazonino.

Então morra

Parlamentares da base governista, secretários e assessores ficaram apreensivos com a situação. Nos bastidores, muitos afirmaram que pediram a Deus e a todos os santos para o Negão não mandar um: “Então, morra!”

Pra quem não lembra, ainda como prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, discutiu com uma moradora de uma área de risco na comunidade Santa Marta, na Zona Norte.

Em um dos momentos, a moradora afirmou que não tinha condição de ter uma moradia digna. E Amazonino respondou: “Minha filha, então, morra, morra.”

Em outro momento, o prefeito perguntou de onde a moradora era. Ela afirmou que era do Pará.

“Então, pronto. Tá explicado”, disse Amazonino.

 

Cooperativismo

Nesta quinta-feira a Assembleia Legislativa vai realizar Sessão Especial a partir das 11h, para homenagear os 45 anos da instalação da Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas OCB-AM.

Fake news

Com as pré-campanhas já correndo soltas no ambiente virtual, o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas levou para a Polícia Federal sua experiência em monitorar as chamadas “Fake News”, notícias falsas.

O TER-AM tem acordo com o Facebook para eliminar todas as informações identificadas como falsas.

Sítio Ramsar

O Ministério do Meio Ambiente encaminhou ao Secretariado da Convenção das Zonas Úmidas de Importância Internacional um pedido para que o rio Negro seja reconhecido com um “sítio Ramsar”.

O ministério argumenta que com o status de “sítio Ramsar”, a região do rio Negro poderá usufruir de benefícios financeiros e assessoria técnica para o desenvolvimento de ações de conservação.

Também terá prioridade na implementação de políticas governamentais e reconhecimento público, nacional e internacional.

Contra

Mas não é o que pensa o deputado Dermilson Chagas que fez um alerta avisando que, se receber o título, o rio Negro passa a ser considerado uma espécie de reserva de preservação, o que vai inviabilizar diversas atividades econômicas importantes para o Estado, como pesca, turismo e portuária.

Dizem por aí

Aumentam as articulações e conversas para barrar a candidatura de David Almeida ao governo. Um dos caminhos é uma possível condenação por improbidade administrativa.

Deixe um comentário