Opinião | Começam as articulações para a disputa pela presidência da OAB-AM

Opinião | Começam as articulações para a disputa pela presidência da OAB-AM

Opinião | Começam as articulações para a disputa pela presidência da OAB-AM

Disputa pelo poder: 4 vagas para desembargador do AM

Mesmo que as eleições para escolher o novo comando da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas (OAB-AM) só ocorram em novembro, a articulação política para a sucessão começou a esquentar.

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Nos bastidores, pré-candidatos já começam a articular e costurar alianças para se viabilizar para a disputa.

Quatro nomes se movimentam e devem ser candidatos à presidência. A atual presidente Grace Benayon, Jean Cleuter, Aniello Aufiero e Charles Garcia.

Reeleição

A advogada Grace Benayon vai disputar a reeleição e é a candidata a ser batida. Ela é a primeira mulher a ocupar a presidência da OAB-AM e assumiu a função no lugar de Marco Aurélio Choy, que se licenciou para assumir a Procuradoria Geral de Manaus a convite do prefeito David Almeida.

Choy foi eleito em 2015, reeleito em 2018 e ficará de fora da disputa direta deste ano. Entretanto, continua sendo uma peça importante no processo eleitoral para a reeleição de Grace.

Jean Cleuter

Nos dois últimos pleitos, o advogado Jean Cleuter ficou em segundo lugar, e tudo indica que vai concorrer pela terceira vez à presidência da OAB-AM.

Suas duas últimas disputas foram acirradas. Em 2015, perdeu para Choy por 103 votos (1.137 a 1.034).

Em 2018, perdeu por 169 votos (2.290 a 2.121).

Novidades

As novidades da disputa desse ano se dão em duas frentes.

De um lado, o advogado e professor Aniello Aufiero, famoso pelos cursos preparatórios para a prova da OAB-AM e para concursos públicos na área de humanas.

De outro, o advogado Charles Garcia, destaque e um dos mais votados na formação da lista sêxtupla, entre os 33 advogados que disputaram a vaga de desembargador do TJ do Estado pelo quinto constitucional do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) em 2018.

Processo eleitoral

Entre os mais de 16 mil advogados no Amazonas, pelo menos 8 mil estão aptos a votar.

Por enquanto o processo de votação no nosso Estado deve seguir o modelo presencial, mesmo com unidades federativas como Distrito Federal e mais 7 estados terem definido o formato de suas eleições de maneira online, o Amazonas não mostrou interesse pelo mesmo.

O que poderia deixar o pleito mais seguro por conta da pandemia e muito mais barato.

Disputa pelo poder

O Tribunal de Justiça do Amazonas começa a definir, nesta terça-feira (23), como será o processo de escolha dos nomes que ocuparão as vagas dos desembargadores Djalma Martins, Sabino da Silva Marques e Ari Moutinho, que receberam a aposentadoria compulsória (obrigatória) esse ano, ao completarem 75 anos.

Além destas vagas, outra que será discutida é a vaga do desembargador Aristóteles Thury, que faleceu na semana retrasada, vítima do Covid-19.

Quinto Constitucional

Djalma Martins é o primeiro a deixar a corte nesta terça (23).

A vaga do MPE-AM é definida por votação entre aproximadamente 158 promotores e 21 procuradores de Justiça. Os seis mais votados compõem uma lista sêxtupla que passa por uma segunda etapa de votação entre os 26 membros do TJAM.

Os três mais votados compõem uma lista tríplice para a escolha pelo governador Wilson Lima.

Nos bastidores do poder, a favorita ao cargo é promotora Vânia Marques, irmã do ministro do STJ Mauro Campbell Marques.

Merecimento

Hoje (23), o Pleno do TJAM também começa a discutir o preenchimento da vaga do desembargador Aristóteles Thury, que faleceu vítima do Covid-19. A vaga será ocupada pelo critério de merecimento. Já para a vaga de Ari Moutinho, que seguirá o mesmo parâmetro, a previsão só em agosto.

Possíveis nomes

Entre os possíveis nomes com chances de ocupar os cargos, alguns já possuem relações com pessoas de grande influência dentro do poder judiciário.

Os juízes Rogério Vieira, irmão do desembargador Lafayette Carneiro Vieira Junior e Cezar Luiz Bandiera, marido da desembargadora Graça Figueiredo.

Antiguidade

Já para ocupar a vaga de Sabino Marques, a disputa se dá entre as juízas Onilza Abreu e Mirza Thelma.

A decisão será pelo parâmetro de antiguidade.

 

 

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