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Opinião | EPIs, testes rápidos e álcool gel

Opinião | EPIs, testes rápidos e álcool gel

O Governo do Amazonas recebeu mais de 118 mil itens de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), 8.200 testes rápidos para confirmação de casos do novo coronavírus (Covid-19), além de 273 frascos de álcool gel com 190 gramas cada um.

O material foi enviado pelo Governo Federal para a Central de Medicamentos do Amazonas (CEMA), e será distribuído pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) para as unidades estaduais de saúde.

Projeto-Piloto

Um software, que está sendo criado com o objetivo de otimizar a gestão de recursos durante a pandemia de Covid-19, começará a ser testado no Amazonas nos próximos dias.

O projeto-piloto conta com alguns dos melhores desenvolvedores do Brasil e é liderado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e a Fundação Itaú Unibanco, que acaba de doar R$ 1 bilhão para ações de enfrentamento ao novo coronavírus no país.

Estratégias

Uma equipe do Sírio-Libanês está em Manaus desde o dia (13) para dar suporte à Susam na definição de estratégias para uma resposta rápida da rede estadual frente à pandemia.

Os profissionais estão dentro dos hospitais mapeando todas as informações que serão utilizadas no software

Serviços essenciais

O deputado Fausto Jr. defendeu a reabertura dos consultórios médicos e odontológicos, e solicitou que fossem colocados na lista de serviços essenciais.

O deputado alertou sobre o risco de maior contaminação quando “muitos pacientes, principalmente idosos, são obrigados a procurar a rede pública para os mais diversos tratamentos, onde também são atendidas pessoas com suspeita de coronavírus”.

Rede pública sobrecarregada

Fausto ressalta que muitos pacientes que realizavam tratamento médico, em consultórios particulares, tiveram que interromper os cuidados à saúde por causa do decreto que suspendeu os serviços. Esses pacientes tiveram que procurar a rede pública, sobrecarregando ainda mais o sistema.

Fausto informou ao Direto ao Ponto que vai conversar com o governador Wilson Lima e com a secretária de Saúde, Simone Papaiz, para reverter a decisão que fechou as clínicas particulares.

Calamidade pública

Os municípios do Amazonas, que enfrentam os efeitos da pandemia do coronavírus, precisam comunicar à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) a intenção de decretar Estado de Calamidade Pública.

É o Poder Legislativo que reconhece, de forma legal, a situação enfrentada pelos municípios. Não basta a prefeitura comunicar à Defesa Civil a situação emergencial.

Municípios em calamidade

A Aleam reconheceu nesta quarta-feira (5), que os municípios de Maués e Envira encontram-se em estado de calamidade pública. Outras localidades como Parintins, Manacapuru, Iranduba, Coari e Careiro Castanho já tiveram reconhecidos seus pedidos de Calamidade encaminhados ao Legislativo Estadual.

O decreto facilita o acesso a recursos federais e estaduais.

Itacoatiara: Multa de R$ 1 mil

Com 15 casos de coronavírus confirmados pela FVS (Fundação de Vigilância em Saúde), Itacoatiara (a 175 quilômetros de Manaus) declarou transmissão comunitária da Covid-19 e adotou medidas mais rígidas para conter o avanço da doença no município.

O Decreto, assinado pelo prefeito Antônio Peixoto, fecha as portas para desembarque de pessoas no município, estabelecendo multa de R$ 500 para quem desobedecer a medida. Em caso de reincidência, a multa será de R$ 1 mil.

Recomendação

O deputado federal Capitão Alberto Neto reforçou, em suas redes sociais, a necessidade de utilização de máscaras de proteção sempre que sair de casa, como decretado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto.

Porém, o parlamentar corrigiu dizendo que ao contrário do que está sendo informado, o decreto da utilização de máscaras é uma recomendação de acordo o Ministério da Saúde, e não uma obrigatoriedade.

 

 

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