Opinião | Força Nacional em Manaus

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Dois dias de tensão e mortes nas unidades prisionais do Amazonas, ocasionaram a vinda da Força Nacional ao Estado. Até o momento são 57 mortos registradas nas unidades.

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A Seap já iniciou a investigação e a identificação dos responsáveis.

Alerta à população

A guerra das facções já chegou às ruas. Mortes e tiroteios fora dos presídios já foram confirmados nessa madrugada em Manaus. É importante redobrar o cuidado e ficar em alerta neste período.

Conversa com Moro

Nesta segunda (27) o governador Wilson Lima, conversou com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e assegurou auxílio do Governo Federal para as unidades prisionais do estado, com reforço da força-tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP).

“Conversei com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, que garantiu enviar uma força tarefa ao Amazonas para reforçar o trabalho que vem sendo feito pelo grupo de intervenção prisional, que agiu de maneira rápida neste domingo, evitando fugas, controlando possíveis ataques sobre os parentes de detentos que estavam no local e garantiu a segurança dos servidores públicos.”, afirmou o governador no facebook.

Retorno antecipado

O governador Wilson Lima cancelou a agenda em São Paulo, e retornou a Manaus nesta madrugada diante da gravidade dos acontecimentos. O governador também pode adiar a sua viagem para Israel marcada para essa semana.

Gabinete de crise

Ontem o governador em exercício, deputado Josué Neto convocou o gabinete de crise composto por órgãos do sistema de segurança, poder judiciário e representantes do legislativo, e pediu prioridade para segurança da população nas ruas e medidas imediatas para solucionar os problemas registrados nos presídios da capital.

“É preciso restabelecer imediatamente controle da ordem nos presídios, mas que acima de tudo é preciso garantir a segurança das pessoas nas ruas, já que a guerra entre os grupos pode se estender às ruas”, disse Josué.

Repercussão

O deputado federal capitão Alberto Neto classificou o massacre como uma vergonha mundial. O parlamentar falou que o sistema penitenciário precisa passar por uma reforma.

“O Estado precisa comandar o presídio e não ser comandado”, afirmou o capitão.

Consequências

O prefeito de Manaus, Arthur Neto também comentou o caso. Ele acredita que a economia e o turismo amazonenses devem ser prejudicados.  Arthur falou que em 2017, quando ocorreu a chacina, o Estado foi prejudicado nesses setores.

O prefeito foi direto ao ponto: “Sinto a segurança pública no Amazonas descontrolada”.

Posição dura

O senador Eduardo Braga defendeu uma posição mais enérgica tanto do Governo Federal quanto do Estadual. Ele fala que é necessário muito mais que uma intervenção.

“A sucessão de massacres não pode ser encarada nem pela sociedade, nem pelos governos como uma mera ocorrência policial”, escreveu o parlamentar na sua conta do Instagram.

E a Umanizzare

A chacina em presídios no Amazonas traz à tona mais uma vez os problemas do sistema prisional e faz relembrar que o Estado já pagou R$ 900 milhões nos últimos 5 anos à Umanizzare Gestão Prisional e Serviços Ltda, contratada sem licitação, para gerenciar penitenciárias, que se tornaram verdadeiras sentenças de mortes.

Mais uma greve

E se não bastasse o clima de medo e terror instalado na cidade por conta dessa briga de facções, o Sindicato dos Rodoviários programou para esta terça-feira (28), greve geral por tempo indeterminado, com início a partir das 11h.

Rodoviários

A notícia correu como rastilho de pólvora nos grupos de whatsapp, em que foi compartilhado o aviso de greve publicado nos jornais da cidade.

 

 

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E se não bastasse o clima de medo e terror instalado na cidade por conta dessa briga de facções, o Sindicato dos Rodoviários programou para esta terça-feira (28), greve geral por tempo indeterminado, com início a partir das 11h.

 

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A notícia correu como rastilho de pólvora nos grupos de whatsapp, em que foi compartilhado o aviso de greve publicado nos jornais da cidade.

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