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Opinião | Guerra entre Bolsonaro e Moro chega ao Congresso e ao STF

Opinião | Guerra entre Bolsonaro e Moro chega ao Congresso e ao STF

A semana será marcada pelo aprofundamento da crise enfrentada pelo governo, com os desdobramentos das acusações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro contra o presidente Jair Bolsonaro.

No Congresso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), está sendo pressionado a dar andamento aos pedidos de impeachment contra Bolsonaro e de instalação de uma CPI para apurar o caso.

Abertura de inquérito

Ontem o Supremo Tribunal Federal (STF) abriu inquérito para investigar, a partir das denúncias, se o chefe do governo tentou interferir politicamente na Polícia Federal para ter acesso a relatórios de inteligência do órgão.

Omar é contra CPI

Se depender do PSD no Senado não haverá criação de CPI para apurar as acusações do ex-ministro Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro.

“O PSD no Senado não vai assinar nenhuma CPI”, afirmou o senador Omar Aziz (AM) ao BNC Amazonas.

29 pedidos de impeachment

O deputado federal Capitão Alberto Neto (Republicanos) afirmou que hoje existem 29 pedidos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro no Congresso.

O deputado afirmou ser contra todos eles. “Não passa de politicagem. Tem político usando a desgraça do povo querendo se promover. O momento é de união para combater o coronavírus.”, disse Alberto Neto, pedindo trégua na politicagem.

R$ 450 milhões

O governador Wilson Lima participou, nesta segunda-feira (27), por meio de videoconferência, de sessão convocada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para discutir os termos da suspensão de parcelas das dívidas dos Estados com a União durante a pandemia de Covid-19.

Na ocasião, o governador defendeu que a suspensão também se aplique às dívidas com o BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, totalizando cerca de R$ 450 milhões em recursos que poderão ser aplicados na saúde.

Fôlego

Por meio de decisões liminares, o ministro Alexandre de Moraes tem autorizado que os Estados deixem de pagar suas dívidas com a União por um período de seis meses, desde que a verba seja usada exclusivamente no combate ao novo coronavírus. O ministro já decidiu a favor de 18 unidades da federação, incluindo o Amazonas.

SOS Amazônia

O prefeito Arthur Virgílio ficou impressionado com a repercussão na mídia internacional do seu discurso em busca do apoio internacional para fazer frente à crise.

“Tenho reiterado meu pedido, sempre com humildade, principalmente aos países mais ricos, que podem nos ajudar com equipamentos, material e medicamentos. Já é tempo do mundo entender como o Amazonas e o seu povo está sofrendo e o quanto eles devem a todos que aqui lutam e oferecem sua vida para proteger a Amazônia.”, afirmou o prefeito.

Apelo

O senador Plínio Valério (PSDB-AM) fez ontem um apelo ao novo ministro da Saúde, Nélson Teich, que acelere a assinatura de empenhos e liberações de emendas individuais e de bancada do Amazonas para fazer frente ao atendimento em hospitais, comunidades ribeirinhas e sistema funerário de Manaus e de todo o estado.

Emendas paradas

“Temos recursos orçamentários das nossas emendas parlamentares parados, que precisam ser liberados para chegar na ponta. Como senador me sinto impotente diante do agravamento da crise na saúde em Manaus e em todo o Amazonas”, disse Plínio ao dizer que fez sua parte e lamentou que desde o dia 13, não teve mais empenhos nem pagamentos de suas emendas destinadas ao combate ao Covid 19 no Amazonas, por conta da falta de autorização do Ministério da Saúde.

 

 

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