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Opinião | Mais um imposto para a conta

Dentro de três meses os contribuintes de Manaus terão um novo imposto para acrescentar aos seus orçamentos: a taxa do lixo. E, pelo visto, ela vai ser empurrada “goela abaixo” pela prefeitura já que, pelo menos no âmbito da Justiça Estadual, não cabe mais recursos.

Cobrança seletiva

A equipe econômica da Prefeitura de Manaus ainda vai definir valores a ser cobrados aos 20% dos 500 mil contribuintes que deverão ser taxados, mas estima uma receita de R$ 25 milhões no projeto da LOA 2020. Conforme o próprio prefeito, Arthur Neto (PSDB), somente os “mais ricos” é que serão cobrados.

Dez anos depois

A questão é saber como isso será definido? A famigerada taxa de lixo, projeto que foi aprovado no final de 2009, na gestão do então prefeito Amazonino Mendes (PDT), passou os últimos anos dormitando nas gavetas do Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam) e, curiosamente, a matéria acordou após quase 10 anos de ter sido aprovada.

Medida pedagógica

A base de Arthur na Câmara Municipal de Manaus (CMM) defende a cobrança e unificaram o discurso de que ela será “pedagógica”. A oposição grita e cobra da prefeitura a revisão de gastos não essenciais, como os destinados à propaganda institucional.

Readequar orçamento

O fato é que no meio desse tiroteio está a população, que ainda nem se reergueu da crise econômica que afetou o país nos últimos 3 anos e agora terá que adequar o orçamento familiar para mais um imposto.

Lixo

O mais irônico é que a cidade de Manaus não possui uma coleta de lixo exemplar e, tampouco coleta seletiva implementada em sua totalidade.

Aliado a isso, basta chover para vir à tona nos inúmeros igarapés da cidade a montanha de resíduos sólidos, que revela o descaso do poder público e a péssima educação de parte da população que também não ajuda.

Menos, mal

Ah, mas assim como o IPTU, a taxa poderá ser parcelada. Menos mal!

Mais dois Amazonenses

O deputado federal Bosco Saraiva, do Solidariedade, foi indicado para assumir a presidência da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara Federal.

Átila Lins (PP) deverá ser indicado para presidir a Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia.

Ontem noticiamos que Silas Câmara (PRB) será indicado para presidir a Comissão de Minas e Energia.

Outras Definições

Em entrevista exclusiva para o Direto ao Ponto, o deputado federal Capitão Alberto Neto falou que deve ser titular na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara. Ele disse que quer utilizar a experiência que tem nas ruas para transformar a legislação.

“Até ontem, eu estava nas ruas combatendo o narcotráfico, desarticulando quadrilhas, trabalhando em prol da Segurança Pública do nosso país”, declarou o parlamentar.

Reforma da Previdência

O Capitão Alberto deu ainda seu posicionamento sobre a Reforma da Previdência. Ele afirma que é contra qualquer alteração que prejudique a aposentadoria de policiais e integrantes das forças armadas.O parlamentar lembrou que em outros países o policial não paga previdência.

“Se nós queremos uma Segurança Pública de qualidade, se nós queremos um país forte, nós temos que valorizar o nosso militar”, complementou o Capitão.

CPI da Lava Toga

O pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar os tribunais superiores de Justiça, CPI da Lava-Toga, como ficou mais conhecida, será reapresentado possivelmente ainda essa semana à mesa do Senado.

Para a CPI avançar são necessárias 27 assinaturas. Dois Senadores do Amazonas são favoráveis às investigações, Plínio Valério (PSDB) e Eduardo Braga (MDB). O Senador Omar Aziz (PSD) ainda não deu indicativos que irá assinar o pedido para investigar o judiciário.

 

 

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Este post tem um comentário

  1. A A de Azevedo Sodré

    Uma cobrança sem prévia educação e colaboração da população que age sem educação social. E quem definirá o valor? Injusto pagar pelos menos favorecidos. São de responsabilidade social do governo . E empurram tudo para nós.

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