Opinião | No xadrez eleitoral do AM, as peças já se movem para 2022

Opinião | No xadrez eleitoral do AM, as peças já se movem para 2022

Opinião | No xadrez eleitoral do AM, as peças já se movem para 2022

Wilson, Braga e mais três ou quatro nomes devem disputar o Governo

Amazonino e Menezes tentam se viabilizar

Disputa tucana pelo comando do PSDB entre Arthur e Plínio

Pesquisa “vazada” coloca Marcelo Ramos no páreo

O jogo político para a eleição de 2022 começa a esquentar nos bastidores. Candidatos ao governo e ao senado já começam a traçar estratégias, desenhar cenários e posicionar aliados no tabuleiro para a disputa.

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Encontros secretos, pesquisas eleitorais, promessas e movimentos para garantir a vitória no ano que vem, ganharam corpo nos últimos dias.

Nesse xadrez político cheio de personagens, sai na frente quem já colocou seu time em campo. Até porque 2022 tá logo ali.

Disputa mais enxuta

A eleição para o governo do Amazonas em 2022 será marcada por um cenário mais enxuto, diferente da última eleição para a prefeitura de Manaus, que contou com 11 players.

Cinco a seis nomes devem entrar na disputa, com apenas três, no máximo quatro com candidaturas competitivas.

Reeleição

Candidato natural à reeleição, o governador Wilson Lima ainda não fala sobre o assunto abertamente.

O grupo governista vive uma situação peculiar para o próximo pleito. Com as dificuldades impostas pela pandemia nas áreas da saúde e economia, disputas políticas com o vice-governador e com a Assembleia Legislativa, Wilson Lima terá um grande desafio pela frente.

Movimentos

Nos bastidores o governador trabalhou fortemente nas eleições municipais do ano passado. Seu partido o PSC, elegeu 13 prefeitos no interior e quatro vereadores em Manaus.

Wilson também retomou o comando do PTB e PRTB, e trouxe recentemente para sua órbita o PP.

Além disso, conta com um orçamento de quase R$ 40 bilhões (21/22) que tem um peso considerável na disputa.

Os ex-governadores que o digam.

Tendência

Historicamente no Amazonas, nenhum governador em exercício do seu pleno mandato (4 anos), jamais perdeu uma reeleição. Ou deixou de fazer seu sucessor.

No Amazonas é assim desde 1982.

Tradição

De lá pra cá, Gilberto Mestrinho passou o bastão para Amazonino, que passou para Braga, que passou para Omar, que passou para Melo, que foi preso, cassado e não concluiu seu mandato. Na sequência David Almeida e Amazonino assumiram temporariamente o mandato tampão.

Wilson Lima, que quebrou esse clico de caciques de quase 40 anos no Amazonas em 2018, vai buscar manter a tradição da reeleição.

Eduardo Braga

O senador Eduardo Braga é um dos nomes certos para a disputa em 2022. O seu partido MDB, também elegeu 13 prefeitos no interior do Amazonas.

Apesar de um nome competitivo, o senador não terá vida fácil.

Seu nome já foi envolvido em diversos escândalos de corrupção, inclusive na Lava Jato.

Negão e Menezão

Outra dupla que ensaia uma disputa para o governo é Amazonino Mendes e Coronel Alfredo Menezes. O primeiro conta com um recall das últimas eleições. O segundo pode contar com o apoio direto de Bolsonaro.

Tucanos

Com exclusividade ao Direto ao Ponto, o senador Plínio Valério afirmou que o PSDB terá candidato majoritário em 2022. Mas o nome ainda não está definido.

Sobre uma possível disputa pelo comando do partido no Amazonas com o ex-prefeito Arthur Virgílio, o senador afirmou que não existe nenhum movimento nesse sentido.

“Arthur é patrimônio do PSDB e respeitado por todos nós. No dia que eu tiver interesse nesse assunto, o Arthur será o primeiro a saber”, afirmou o senador.

Forças políticas

Outras peças terão protagonismo na disputa. O prefeito David Almeida com a máquina. O senador Omar Aziz, grande articulador político. E até Marcelo Ramos, que teve seu nome bem lembrado em uma recente pesquisa eleitoral da Projeta, “vazada” no meio político.

 

 

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