Opinião | Plano para Amazônia deve ser definido em 10 dias

Opinião | Plano para Amazônia deve ser definido em 10 dias

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Ontem os ministros da Casa Civil, Onyx Lorezoni, da Defesa, general Fernando Azevedo e do Meio Ambiente, Ricardo Salles, se reuniram com os governadores dos estados da Amazônia Ocidental, em Manaus, para debater queimadas na região. Foi incluído no encontro o debate sobre encontrar formas de unir produção à preservação do meio ambiente, ação defendida por Bolsonaro.

GLO poderá ser adiada

Uma das pautas defendidas pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni é de levar até o presidente Jair Bolsonaro o pedido para que a Garantia de Lei e Ordem (GLO) não se encerre no dia 24 de Setembro, e seja estendida até o mês de outubro.

Segundo o ministro, o intuito do adiamento é para que possam ser entendidas e combatidas as causas desses incêndios florestais que estão “ligados à questão do desmatamento e garimpo ilegal”, como disse Lorenzoni, afirmando que é importante este tipo de ação de suporte entre forças armadas e forças estaduais às agências de proteção ambiental.

Sistema Permanente

Além da prorrogação da GLO Lorezoni destacou outra pauta importante, que foi a criação de um sistema permanente de fiscalização de monitoramento para combate às queimadas na Amazônia.

Relatório Atualizado

O governador do estado do Amazonas, Wilson Lima, durante a reunião apresentou aos ministros e governadores o resultado da ajuda federal no combate às queimadas no município de Apuí que estava entre os municípios com maior índice de focos de queimadas no Brasil, no último mês.

Nas últimas 48h que antecederam o encontro, Apuí já havia saído da lista dos 10 mais, além do Amazonas registrar uma redução de 24% dos focos de calor em relação ao registrado no mesmo período do ano de 2018.

CPI da Ongs

Dados de auditoria em curso no Tribunal de Contas da União (TCU) sobre supostos contratos fantasmas envolvendo 18 Organizações Não Governamentais (ONGs) no valor de R$ 252.2 milhões devem ser um dos pontos de partida da  CPI das ONGs/Fundo Amazônia, protocolada pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM) no Senado.

Blindagem

O senador amazonense diz que há uma blindagem contra qualquer investigação dessas ONGs nacionais e internacionais que atuam na Amazônia, mas os dados já divulgados pelo portal Diário do Poder indicam a necessidade de se abrir essa “caixa preta”.

Investigação séria

“É preciso investigar as ONGs, é preciso provar que eles nos roubam. As ONGs que forem sérias fiquem tranquilas: a elas daremos o atesto de idoneidade. Quem não deve não teme. Agora, quem deve há de temer, porque nós vamos atrás”, reafirmou Plínio Valério.

Dividindo o pão

O Senado aprovou ontem a divisão de recursos do petróleo do pré-sal. O projeto vai aumentar a poupança de alguns estados e municípios.

“É glicose na veia para a geração de mais renda e emprego no interior do nosso Amazonas e de todo o Brasil.”, afirmou o senador Eduardo Braga nas redes sociais.

O texto segue para a Câmara.

Contas reprovadas

Ontem (03) as prestações de contas da Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) do exercício financeiro de 2017, de responsabilidade das ex-secretárias Regina Fernandes do Nascimento e Auxiliadora Abrantes Pinto (Dorinha), foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM).

R$ 1,9 milhão

O relator, conselheiro Érico Desterro, condenou as gestoras a devolver aos cofres públicos, entre multa e alcance, o montante de R$ 1,9 milhão. Entre as impropriedades estão relatórios de viagens com valores de passagens acima do preço médio praticado no mercado e ausência de justificativas de pagamentos de encargos e multas no valor de R$ 102,1 mil.

 

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