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Opinião | Queimadas na Amazônia na pauta nacional e mundial  

Opinião | Queimadas na Amazônia na pauta nacional e mundial

Os incêndios na Amazônia não param de ganhar destaque. O tema foi pauta de uma reportagem no Fantástico. O programa reservou quase 30 minutos para falar sobre o tema.

O governador do Amazonas, Wilson Lima apareceu na matéria. Ele falou que há um monitoramento e que há quatro dias houve a visualização de queimada de árvores para a utilização de área como pasto.

Pouco acima da média

Segundo o Inpe, foram registrados 25.934 focos de incêndio na Amazônia durante os 25 dias do mês de agosto.

O número supera ligeiramente a média da série histórica para o mês, que é de 25.853.

O maior pico foi em 2005, com 63.764 focos. Sim, 2005.

G7

O Brasil não esteve presente na reunião dos países mais poderosos do mundo, o G7. Mesmo assim, os incêndios foram discutidos no encontro.

A cúpula concordou em ajudar os países atingidos pelas queimadas na Amazônia o mais rápido possível.

“A importância da Amazônia para esses países e para a comunidade internacional é tão grande em termos de biodiversidade, oxigênio e luta contra as mudanças climáticas, que precisamos proceder com o reflorestamento”, explicou o presidente da França, Emmanuel Macron.

Israel

Israel também entrou no rol dos países que afirmou que vai dar apoio ao Brasil. O presidente Jair Bolsonaro conversou por telefone com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

“Aceitamos o envio, por parte de Israel, de aeronave com apoio especializado para colaborar conosco nessa operação”, publicou o presidente nas Redes Sociais.

Propaganda partidária na TV

O MDB, do senador Eduardo Braga, entrou na quarta-feira com uma consulta no TSE para saber se partidos políticos podem pagar para que emissoras de televisão e rádio veiculem propagandas partidárias fora do período eleitoral.

A aposta de Moro

Sergio Moro tenta acalmar seus aliados.

O ministro atua nos bastidores para impedir um retrocesso no combate à criminalidade – e aposta no sucesso de sua missão.

Os vetos à Lei do Abuso de Autoridade e a escolha do novo PGR vão mostrar se ele tem razão.

A “elite do parlamento” festeja

A “elite do parlamento”, segundo a Folha de S. Paulo, festejou os protestos deste domingo.

“Sem o apoio do presidente e de seus filhos, os atos registraram menos adesão do que os anteriores” e “não conseguiram pressionar a cúpula dos três Poderes”.

Sindicatos murcham

“Os pedidos de abertura de sindicatos caíram drasticamente após o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, em vigor desde novembro de 2017”, diz o Estadão.

“Dados do Cadastro Nacional de Entidades Sindicais, do Ministério da Economia, apontam que apenas 176 registros foram solicitados este ano, até meados de agosto”.

Tirar o dinheiro das mãos dos dirigentes sindicais foi um dos maiores acertos de Michel Temer.

Voto distrital misto nas eleições de 2020

Rodrigo Maia tenta se mobilizar para aprovar o voto distrital misto para cidades acima de 200 mil habitantes, já que considera “quase impossível” um consenso dos líderes sobre um proposta de reforma política antes de outubro de 2020.

Dessa forma, o eleitor terá direito a dois votos: um em um partido e outro em um candidato específico. Metade dos vereadores viria das disputas nos distritos, e a outra metade, das listas fechadas partidárias.

Bom para as mulheres

Apesar do voto em lista ter alguma polemica no Brasil, é o sistema que mais rápido vai aumentar a participação das mulheres na política brasileira. A Turquia tinha 8% [de mulheres], foi para 33% na primeira eleição. É um formato onde a sociedade pode cobrar do partido que construa as suas listas com um espaço garantido para as mulheres.

 

 

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