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Opinião | A velha arma eleitoral

O que esperar sobre as chances de acertos e erros dos institutos de pesquisa nas eleições de 2018 no Amazonas?

São inúmeros os exemplos anedóticos de candidatos que acabam por vencer, mesmo contra as previsões negativas de institutos de pesquisa.

Também é de saber público que alguns candidatos utilizam desse artifício na tentativa de manipular a opinião pública e forjar uma popularidade falaciosamente “alta”, que não condiz com a realidade.

Sarafa vs Negão

Em 2004, Serafim Corrêa derrotou Amazonino Mendes, que há décadas não perdia uma eleição no Amazonas.

Naquele ano as pesquisas davam a vitória de Amazonino como certa, mesmo diante da disputa acirrada na capital amazonense. Serafim teve 51,68% dos votos válidos, contra 48,32% de Amazonino.

Omar vs Alfredo

Em 2010, Omar Aziz derrotou Alfredo Nascimento para Governo do Amazonas. Na época as pesquisas apontavam que Alfredo venceria no primeiro turno.

Omar derrotou Alfredo no primeiro turno com 63% dos votos.

Na mesma eleição contrariando as pesquisas, Vanessa Grazziotin derrotou Arthur Virgílio para o Senado com uma diferença de pouco mais de 27 mil votos.

Melo vs Braga

Em 2014, José Melo derrotou Eduardo Braga para Governo do Amazonas. Na época cinco institutos de pesquisa no Amazonas apontavam como certa a vitória de Braga, dois deles que a eleição seria no primeiro turno.

Com 100% das urnas apuradas no segundo turno, Melo obteve 55,54% dos votos válidos contra 44,46% de Braga.

Intake

Na semana passada circulou em alguns veículos de comunicação e pelas redes sociais uma pesquisa da Intake Marketing e Pesquisa, apontando que Amazonino lidera a corrida eleitoral para o Governo do Amazonas, mas que perderia em um eventual segundo turno em três cenários possíveis: Contra David Almeida, Omar Aziz ou Wilson Lima.

A mesma empresa colocou Rebecca Garcia no segundo turno das eleições suplementares de 2017 e afirmou que Rebecca ganharia de Amazonino. Rebecca ficou em terceiro colocado e Amazonino foi eleito.

 Mbappé do Amazonas

Outro candidato que segundo o instituto deu uma arrancada, assim como o atacante Francês Mbappé contra a Argentina, foi Alfredo Nascimento, que na disputa para o Senado passou de recentes um digito, para dois e colou em Eduardo Braga, com 34,2% das intenções de voto.

O fato trouxe à memória uma outra “arrancada” similar divulgada pela Intake, que apontava às vésperas da eleição para prefeitura de Parintins em 2016, que Márcia Baranda tinha 42,3% das intenções de voto, a mesma pontuação de Bi Garcia: 42,3%. Ou seja, matematicamente empatados.

Resultado, Bi venceu com vantagem histórica, a maior em que um prefeito já obteve em Parintins nas eleições municipais com 63% dos votos. 

PDT + PSB

Depois das eleições, e se Ciro Gomes for eleito presidente, PDT e PSB estão dispostos a se unir para criar um novo grande partido no país, registra o Painel da Folha.

Ciro pode até ganhar, mas difícil é imaginar Serafim e Amazonino no mesmo partido.

Greve dos caminhoneiros

Uma nova paralisação não está nos planos dos caminhoneiros, ao menos por enquanto.

Recentemente, áudios circularam pelo Whatsapp alertando para o risco de uma nova greve.

“São áudios falsos, antigos. Estamos em negociação e não há possibilidade de uma nova greve por enquanto”, afirmou o caminhoneiro autônomo Wallace Landim, o “Chorão”, que liderou manifestações durante a paralisação de caminhoneiros em maio.

 

 

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